Mestrado em Engenharia Civil

É este o teu mestrado. 
O futuro da construção e da revitalização urbana em Portugal ganha novo fôlego com o programa Portugal 2030 e o Plano Nacional de Investimentos 2030. A engenharia civil está no centro desta transformação, sendo essencial para concretizar projetos sustentáveis, inovadores e de impacto na sociedade. 

 Se queres liderar a modernização das cidades, aplicar as mais modernas metodologias de dimensionamento e planeamento e responder a desafios reais da construção, Engenharia Civil é o teu mestrado. 

 

O que te dá este mestrado? 

  • Frequentas uma formação que especializa profissionais com competências avançadas em projeto, gestão, conservação e reabilitação do património. 

  • Escolhes entre quatro especializações: Construções, Estruturas, Gestão da Construção e Infraestruturas. 

  • Trabalhas em contextos práticos e reais, com estudos de caso e projetos finais apoiados por mais de 50 parcerias empresariais. 

  • Desenvolves conhecimentos essenciais para a atividade profissional e de investigação em engenharia civil. 

  • Inseres-te numa profissão multifuncional e de liderança, com impacto direto no desenvolvimento sustentável da sociedade. 

Duração:
2 anos / 4 semestres
Créditos:
120 ECTS
Horário:
Diurno* (16h10 - 20h00) Pós-laboral (18h10 - 23h30)

1º ano | 1º semestre

  • 6 ECTS

    Construção Sustentável

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Eunice Vilaverde Fontão
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    O1 Compreender a pertinência da construção sustentável face ao desenvolvimento mundial e o enquadramento das vertentes sociais, económicas e ambientais.
    O2 Conhecer os fundamentos gerais e específicos de cada uma das vertentes técnicas a considerar para a concretização de soluções construtivas consideradas mais sustentáveis.
    O3 Adquirir a competência para proceder à análise e à avaliação da sustentabilidade das construções.
    O4 Conhecer ferramentas disponíveis para implementar e gerir os pressupostos da sustentabilidade na construção.
    O5 Adquirir a competência necessária para escolher e implementar soluções construtivas mais ambientalmente sustentáveis e de baixo impacte.

    P0 Apresentação e enquadramento da UC (2 horas)
    P1 Sustentabilidade na construção (4 horas)
    P2 Utilização sustentável dos recursos naturais (8 horas)
    P3 Eficiência energética (4 horas)
    P4 Estratégias bioclimáticas (4 horas)
    P5 Tecnologias solares (4 horas)
    P6 Eficiência hídrica (8 horas)
    P7 Materiais e ciclo de vida (4 horas)
    P8 O ambiente construído (8 horas)
    P9 Ferramentas de cálculo (14 horas)

  • 6 ECTS

    Construções de Aço e Mistas

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Carlos Felix
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    Esta unidade curricular tem por objetivos principais conferir competências profissionais para o dimensionamento e para a execução de estruturas metálicas e mistas correntes e transmitir conhecimento científico que permita explorar e desenvolver outras soluções de aplicação mais específica.
    Em CAMIS é explorada a análise estrutural segundo o EC3, detalhado o dimensionamento de vigas submetidas à flexão simples e o dimensionamento de elementos submetidos à flexão composta e desviada. Procede-se à verificação da segurança das ligações soldadas e aparafusadas.
    Finalmente são apresentados os aspetos relevantes do projeto de vigas e de lajes mistas de aço e betão, de acordo com o EC4.
    Conferir competências profissionais na área do projeto e da execução de estruturas de aço e estruturas mistas aço-betão.

    Propriedades do aço
    Análise estrutural segundo o EC3: imperfeições geométricas; efeitos de 2ª ordem; análise elástica e análise plástica. Pórticos contraventados e não contraventados. Análise simplificada de efeitos de 2ª ordem.
    Secções transversais: classificação
    Dimensionamento de vigas submetidas à flexão simples
    Dimensionamento de pilares submetidos à flexão composta e desviada
    Ligações: Soldadas e aparafusadas. Verificação da segurança; dimensionamento.
    Comportamento das estruturas mistas aço-betão. Princípios de dimensionamento segundo o EC4.
    Dimensionamento de vigas mistas aço-betão.
    Dimensionamento de lajes mistas aço-betão.

  • 6 ECTS

    Fundações e Estruturas de Suporte

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    José Filinto Trigo
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    O aluno deverá estar apto a:
    - Reconhecer as regras, os princípios e as metodologias estabelecidos no EC7 relativamente às bases do cálculo geotécnico, às fundações e às estruturas de suporte de terras;
    - Reconhecer as regras, os princípios e as metodologias estabelecidos no EC2 relativos a fundações;
    - Desenvolver o projecto de uma fundação e de uma estrutura de suporte de terras.
    O aluno deverá estar apto a:
    - Seleccionar o tipo e as características da fundação ou da estrutura de suporte a adoptar, face à interpretação dos resultados da prospecção geotécnica e às características da construção;
    - Conceber a fundação ou a estrutura de suporte;
    - Desenvolver o dimensionamento geotécnico e estrutural de fundações superficiais;
    - Desenvolver o pré-dimensionamento geotécnico de fundações por estacas à compressão;
    - Desenvolver o dimensionamento geotécnico e estrutural de muros de suporte de terras de betão armado;
    - Caracterizar as diferentes tecnologias construtivas de fundações profundas e identificar as situações em que cada tecnologia deverá ser implementada;
    - Caracterizar as diferentes tecnologias construtivas de estruturas flexíveis de suporte de terras e identificar as situações em que cada tecnologia deverá ser implementada;
    - Desenvolver o dimensionamento de entivações escoradas.

    O Eurocódigo 7:
    Âmbito, constituição e enquadramento nacional.
    A verificação da segurança e da funcionalidade.
    Categorias geotécnicas.
    Fundações superficiais: tipos, concepção, dimensionamentos geotécnico e estrutural.
    Fundações profundas:
    Estacas e maciços de encabeçamento: tipos, concepção, tecnologias construtivas, aspectos gerais do dimensionamento geotécnico de estacas em compressão, ensaios e observação.
    Microestacas: tipos, concepção e tecnologias construtivas
    Muros de suporte gravidade:
    Muros de betão: tipos, concepção, sistemas de drenagem, dimensionamentos geotécnico e estrutural.
    Muros de gabiões: tecnologia construtiva, aspectos de dimensionamento.
    Estruturas de suporte flexíveis:
    Tipos, concepção, aspectos de dimensionamento.
    Entivações: aplicações, tecnologias construtivas, dimensionamento.
    Cortinas tipo Berlim, paredes moldadas, cortinas de estacas: aplicações e tecnologias construtivas.
    Escoras, ancoragens e pregagens: aspectos construtivos, ensaios e observação.

  • 6 ECTS

    Hidráulica Urbana

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Tiago André Abreu
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    O aluno deverá estar apto a desenvolver o dimensionamento de infraestruturas de Hidráulica Urbana, concretamente os sistemas de abastecimento de água e de drenagem de águas residuais e pluviais.
    A disciplina visa proporcionar ao aluno o conhecimento dos principais elementos dos diferentes sistemas públicos, englobando o abastecimento doméstico de água e a drenagem de águas residuais e pluviais. Para cada elemento desses sistemas são apresentados os respetivos princípios básicos de funcionamento e de concepção e dimensionamento. São ainda brevemente abordados alguns procedimentos básicos relativos à construção e implementação dos mesmos.

    1. Sistemas de abastecimento de água
    1.1 Conceitos gerais. Principais componentes
    1.2 Estações elevatórias
    1.3 Choque hidráulico
    1.4 Reservatórios
    2. Sistemas de drenagem de águas residuais
    2.1 Conceitos gerais. Principais componentes
    2.2 Estações elevatórias
    2.3 Órgãos especiais
    3. Sistemas de drenagem de águas pluviais
    3.1 Conceitos gerais. Principais componentes
    3.2 Órgãos especiais
    3.2. Soluções técnicas não correntes
    4. Conceitos básicos de qualidade da água, de tratamento de água para
    abastecimento público e de tratamento de águas residuais.

  • 6 ECTS

    Matemática Aplicada

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    João Emilio Matos
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    3 horas

    Os alunos aprofundam competências nos principais temas da Matemática Aplicada à Engenharia Civil e consolidam competências de utilização e de desenvolvimento de ferramentas de cálculo numérico para a resolução destes problemas. A modelação e formulação de problemas e a sua resolução com Matlab/Octave constituem o núcleo da disciplina.
    No final do semestre os alunos terão adquirido capacidades para:
    1 - Reconhecer e resolver os problemas clássicos da Programação Linear e da Análise Numérica;
    2 - Construir modelos matemáticos, algébricos, diferenciais, estatísticos ou de programação linear relacionados com a especialidade do curso;
    3 - Identificar os métodos numéricos necessários à resolução dos problemas formulados;
    4 - Desenvolver rotinas de cálculo para a implementação destes métodos;
    5 - Analisar criticamente e descrever as soluções numéricas encontradas.

    1. Programação Linear
    1.1. Formulação de Problemas
    1.2. O Método Simplex
    1.3. Análise de Pós-optimização
    1.4. Programação Binária e Programação Inteira
    2. Métodos Numéricos
    2.1. Resolução Numérica de Equações Algébricas
    2.2. Sistemas de Equações não lineares
    2.3. Optimização não linear
    2.4. Regressão dos Mínimos Quadrados

1º ano | 2º semestre

  • 6 ECTS

    Conservação e Reabilitação de Edifícios

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Duarte Lopes
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    - Abordagem à evolução dos conceitos fundamentais da conservação e reabilitação, com particular enfoque nos edifícios urbanos e habitações rurais;
    - Análise de aspectos metodológicos de inspeção, de diagnóstico e de projecto de reabilitação, com propostas de tipificação das principais e mais correntes anomalias estruturais e construtivas, verificáveis e o seu enquadramento técnico, legal e financeiro:
    - Apresentação e discussão de propostas de intervenção corretiva em edifícios e elaboração de respectivos projetos de engenharia civil | nas especialidades envolvidas.

    1.Introdução
    i.Noções preliminares fundamentais em Conservação e Reabilitação.
    ii.O edifício de tipo construtivo antigo em Portugal e descrição detalhada dos seus constituintes - Materiais.
    iii.O edifício em fase de utilização. Vida útil. Nível de qualidade ao longo do tempo. Fatores de degradação.
    iv.Exigências funcionais e de qualidade adequadas ao uso.
    2.Comportamento do edifício em serviço
    i.Vida útil (edifício | materiais)
    ii.Fatores e causas de degradação
    iii.Processos de intervenção
    3.Conservação de um edifício
    i.Definição dos conceitos envolvidos na conservação
    i.Estratégias de conservação
    iii.Tecnologias de conservação
    4.Reabilitação dos edifícios
    i.Inspeções prévias
    ii.O diagnóstico das anomalias. Identificação das anomalias patológicas. Sua causa-efeito.
    iii.O projeto de reabilitação
    iv.Classificação e critérios de intervenção
    v.Processos de intervenção
    vi.Metodologia de reabilitação
    vii.Tecnologias de reabilitação
    5.Legislação em vigor | aplicável

  • 6 ECTS

    Dimensionamento e Tecnologias em Obras Geotécnicas

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Patrícia Lopes
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    A mecânica dos solos estuda e procura prever o comportamento de maciços terrosos quando sujeitos a solicitações provocadas, por exemplo, por obras de engenharia. Todas as obras de engenharia civil se apoiam sobre o solo, e muitas delas utilizam o próprio solo como elemento de construção. Por conseguinte, a estabilidade e o comportamento funcional das obras serão determinados, em grande parte, pelas características dos solos.
    Nesta UC aplicam-se os conhecimentos adquiridos anteriormente e dão-se a conhecer métodos de reforço/melhoramento de solos, não abordados nas disciplinas base. Pretende-se dotar os estudantes de capacidade de análise e dimensionamento de problemas geotécnicos, e familiarizá-los com as técnicas e equipamentos mais correntes na execução de obras geotécnicas. Em suma, é objetivo dotar os estudantes de formação específica orientada para a aplicação da mecânica dos solos do ponto de vista do projeto e das diferentes técnicas e abordagens na resolução de problemas de engenharia geotécnica.

    1-Introdução. Apresentação. Objetivos. Revisão de conceitos
    2-Compactação
    3-Ensaios. Interpretação de resultados
    4-Geotecnia rodoviária-sistemas de classificação de solos
    5-Geossintéticos
    6-Aceleração da consolidação
    7-Solos expansíveis e Solos colapsíveis
    8-Análise ao potencial de Liquefação
    9-Métodos de reforço/melhoramento de solos
    10-Terra armada
    11-Estabilidade de taludes e encostas
    12-Monitorização e acompanhamento de obras geotécnicas

  • 6 ECTS

    Estruturas Pré-esforçadas

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Rodrigo Falcão Moreira
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    A unidade curricular tem como propósito introduzir os estudantes aos princípios fundamentais do betão pré-esforçado, proporcionando uma compreensão clara do seu comportamento estrutural e dos critérios regulamentares de dimensionamento. Pretende-se desenvolver competências na análise e verificação de secções e vigas pré-esforçadas, considerando os estados limite de serviço, as perdas de pré-esforço e a segurança das zonas de ancoragem. A disciplina não se orienta para o projeto de obras de arte, mas para a aplicação do betão pré-esforçado em estruturas correntes, promovendo uma base sólida para o exercício profissional ou para estudos avançados na área.

    Introdução à técnica do pré-esforço. Materiais para estruturas pré-esforçadas. Análise e dimensionamento de secções pré-esforçadas. Dimensionamento de vigas isostáticas de betão pré-esforçado. Perdas de tensão na armadura de pré-esforço. Verificação da segurança das zonas de ancoragem. Dimensionamento de vigas hiperestáticas de betão pré-esforçado, de acordo com a norma NP EN 1992-1-1.

  • 6 ECTS

    Gestão de Empreendimentos

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    José Pinto-Faria
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    Apresentação dos princípios, conceitos e métodos fundamentais da gestão de um empreendimento de construção, nas várias fases do ciclo de vida, baseado no enquadramento estabelecido pelo PMBOK® Guide.
    Para cada uma das áreas de gestão serão abordados aspectos relacionados com a identificação e caracterização do problema, planeamento, implementação, monitorização e controlo, acompanhado nas aulas com casos de estudo.
    Será privilegiado um diálogo inter-relacional docente/aluno.
    Com particular enfoque na gestão de empreendimentos da construção, fornecer diretrizes para a gestão de Projetos, definir a gestão de Projetos e conceitos relacionados e descrever o ciclo de vida dos Projetos e os processos relacionados.
    Destaque para a interação dos grupos de processos de gestão do Projeto (iniciação, planeamento, execução, monitorização e controlo, e encerramento) com as áreas de conhecimento, com destaque para as da integração, âmbito, tempo, custo, risco, procura e as que estão especialmente orientadas para os empreendimentos de construção (segurança, ambiente, financeira e das reivindicações).

    1. Introdução:
    Conceitos de Empreendimento, Gestão de Empreendimentos e relações com outras áreas de conhecimento.
    2. O Ciclo de Vida e a Organização de um Empreendimento:
    O ciclo de vida, as partes interessadas e as influências organizacionais.
    3. Processos da gestão de Empreendimentos.
    4. Gestão da Coordenação/Integração do Empreendimento
    5. Gestão do Âmbito do Empreendimento
    6. Gestão do Tempo do Empreendimento
    7. Gestão dos Custos do Empreendimento
    8. Gestão da Qualidade do Empreendimento
    9. Gestão dos Recursos Humanos do Empreendimento
    10. Gestão da Comunicação do Empreendimento
    11. Gestão do Risco do Empreendimento
    11.1 A metodologia FMEA / FMECA
    12. Gestão da Procura do Empreendimento
    13. Gestão da Segurança
    14. Gestão do Impacto Ambiental
    15. Gestão de Finanças
    16. Gestão de Reivindicações.

  • 6 ECTS

    Infraestruturas de Transportes

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Ângelo Jacob
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    Nesta unidade curricular, pretende-se transmitir conhecimentos relativos à planificação dos trabalhos de construção e aos equipamentos / tecnologias a utilizar nas Infraestruturas.
    Desenvolver um programa abrangente que permita ao aluno aplicar os conhecimentos na resolução de problemas em situações novas num contexto alargado e multidisciplinar.
    Enquadrar as atividades relativas ao projeto das vias de comunicação, nas suas diversas componentes, em particular nas infraestruturas de transportes: Rodovia, Ferrovia, Portos Marítimos e Aeródromos.
    Acentuar a importância do caminho-de-ferro como meio de transporte terreste em massa mais eficiente e ecológico.
    Transmitir uma formação técnico-científica sólida que permita o exercício competente num setor chave da sociedade, onde se investem importantes recursos na melhoria das acessibilidades e da mobilidade das pessoas.
    Enquadra-se também no programa uma visita de estudo.

    1 - Fases de intervenção na implementação das Infraestruturas de Transportes (5%).
    2 - Apresentação dos vários tipos de Infraestruturas de Transportes, implementação e construção (5%).
    3 - Terraplenos, solos e pavimentos rodoviários. Caraterização segundo o CETO, objetivos e definições (20%).
    4 - Drenagem em Infraestruturas de Transportes. Dimensionamento de órgãos de drenagem em projeto de estradas e vias férreas (30%).
    5 - Fundamentos de Engenharia Ferroviária. Conceitos fundamentais de via-férrea e material circulante. A Infraestrutura e Superestrutura ferroviária: esforços e dimensionamento. Aparelhos de mudança de via. Eficiência do transporte ferroviário. Ferrovia de alta velocidade e levitação magnética (30%).
    6 - Infraestruturas Aeroportuárias e portuárias. Definição geométrica de pistas de aeródromos e demais partes de um aeroporto. Definições e disposição das partes de um porto marítimo (10%).

2º ano | 1º semestre

  • 6 ECTS

    Conforto Térmico e Acústico das Edificações

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Eunice Vilaverde Fontão
    Teórico-prática
    4 horas

    O1 Criar competências técnicas no que respeita ao conforto termico dos edifícios
    O2 Criar competências técnicas no que respeita ao conforto higrométrico dos edifícios.
    O3 Criar competências técnicas no que respeita à ventilação natural dos edifícios.
    O4 Criar competências técnicas no que respeita à acústica ambiental e de edifícios.
    O5 Conhecimentos sobre tecnologias de soluções construtivas a implementar, no âmbito dos projetos das especialidades versadas na UC.

    P1 Comportamento Térmico dos Edifícios
    (Materiais e tecnologias de isolamento térmico, conforto, geometria solar, certificação energética).
    P2 Comportamento Higrométrico dos Edifícios
    (Humidade nos edifícios, diagnóstico e causas de humidade em edifícios e mecanismos da transferência de humidade).
    P3 Ventilação Natural de Edifícios (Objetivos, tipos de ventilação, critérios e dimensionamento).
    P4 Projetos térmicos de edifícios
    (concepção e cálculo)
    P5 Acústica Ambiental
    (conceitos fundamentais, estudo e aplicação da legislação)
    P6 Acústica de Edifícios
    (correção acústica, isolamento sonoro a sons aéreos e a sons de percussão, métodos de previsão do isolamento).
    P7 Projetos acústicos de edifícios

  • 4 ECTS

    Metodologias Digitais na Construção

    ECTS
    4
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Diogo Rodrigo Ribeiro
    Teórico-prática
    4 horas

    A unidade curricular visa desenvolver competências profissionais no domínio da transformação digital aplicada à engenharia civil. Pretende-se que os estudantes adquiram:
    - Compreensão dos processos e usos do BIM, com foco na interoperabilidade, no OpenBIM e na coordenação multidisciplinar.
    - Capacidade de integrar e gerir informação proveniente de diferentes especialidades de projeto e construção.
    - Conhecimento sobre políticas, normas e guias nacionais e internacionais para a adoção do BIM.
    - Conhecimento de ferramentas digitais para avaliação de sustentabilidade, incluindo análise de ciclo de vida e estratégias de descarbonização.
    - Competência para analisar e aplicar tecnologias de automação e robótica em processos construtivos.
    - Aptidão para explorar gémeos digitais, sensores e IoT na monitorização de ativos e apoio à decisão.
    - Competências na utilização de metodologias de análise de dados, inteligência artificial e Big Data em projetos de construção.
    O objetivo global é preparar os alunos para compreender, avaliar e aplicar metodologias digitais ao longo do ciclo de vida dos ativos construídos, promovendo uma abordagem crítica, integrada e colaborativa face aos desafios da Construção 4.0.

    1. Introdução ao BIM e tecnologias associadas
    1.1. Fundamentos da modelação paramétrica
    1.2. Plataformas e processos colaborativos
    2. Processos no âmbito do BIM
    2.1. Usos BIM
    2.2. Coordenação de projetos multidisciplinares
    2.3. OpenBIM ? especificação e validação de requisitos de informação
    3. Políticas no âmbito do BIM
    3.1. Adoção do BIM a nível nacional e internacional
    3.2. Políticas, normas e guias
    4. Digitalização para a sustentabilidade
    4.1. Análise de ciclo de vida
    4.2. Tecnologias e modelos digitais para descarbonização
    5. Automação e Robótica na Construção
    5.1. Inovações em automação e robótica, incluindo robótica colaborativa
    5.2. Fabrico aditivo
    5.3. Inteligência Artificial na automação de processos construtivos
    6. Gémeos Digitais e Análise de Dados
    6.1. Sensores e IoT
    6.2. Análises preditivas com recurso a Inteligência Artificial
    6.3. Big Data

  • 6 ECTS

    Pré-fabricação e Ligações Estruturais

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Rosário Oliveira
    Teórico-prática
    4 horas

    Proporcionar aos alunos conhecimentos e competências relacionadas com os produtos e sistemas de pré-fabricação, com destaque para a concepção, fabrico, transporte e montagem dos produtos pré-fabricados. Analisar com especial atenção as soluções de ligação entre os diversos elementos pré-fabricados, com várias alternativas. Conhecer a regulamentação nesta área, nomeadamente os projetos de normas europeias. Conhecer o processo produtivo, analisando o "layout" de uma fábrica de pré-fabricação, com todas as tarefas associadas, nomeadamente a central de betão, distribuição, moldes, cura, transporte e montagem. Aprender a conceber uma estrutura pré-fabricada, analisando as vantagens (e eventuais desvantagens) relativamente a uma solução "in situ".
    Conceber as instalações de uma indústria de pré-fabricação.
    Conceber e dimensionar estruturas pré-fabricadas.
    Analisar, avaliar e comparar soluções de ligações entre os diversos elementos que constituem uma estrutura pré-fabricada.
    Efetuar a preparação dos elementos para fabrico.
    Conhecer os processos de fabrico das estruturas pré-fabricadas: os moldes, a betonagem, a cura, o armazenamento.
    Avaliar as questões relacionadas com o transporte e a montagem das estruturas.
    Conhecer as normas europeias de caracterização dos produtos.
    Compreender as especificidades da pré-fabricação. Compreender vantagens e inconvenientes. Distinguir categorias de produtos e empresas.
    Conhecer os produtos e informações disponibilizadas por empresas de pré-fabricação Portuguesas. Contactar com as práticas de uma dessas empresas.

    1.Pré-fabricação na construção.
    Industrialização da construção.
    Vantagens e desvantagens da pré-fabricação. Design e segurança.
    2.Pré-fabricação em betão
    Pré-fabricação leve e pesada. Projeto de layout de instalações de pré-fabricação.
    Elementos pré-fabricados produzidos em Portugal. Produtos de betão estrutural standard. Novos materiais em betão pré-fabricado.
    3.Normas
    Regulamentos portugueses e europeus. Especificações de projeto.
    4. Construção modular em edifícios
    Conceção de secções e elementos.
    Pavimentos: análise de várias soluções.
    Conexões entre elementos pré-moldados: análise e projeto. Ligações articuladas e de continuidade.
    5.Produtos pré-fabricados pesados em edifícios
    Conceção de secções e elementos.
    Pavimentos: análise de várias soluções.
    Conexões entre elementos pré-moldados: análise e projeto. Ligações articuladas e ligações de continuidade.
    6. Produtos pré-moldados pesados em pontes

  • 6 ECTS

    Segurança e Estabilidade em Incêndios

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Duarte Lopes
    Teórico-prática
    4 horas

    Abordar conceitos fundamentais sobre o comportamento ao fogo dos edifícios e principais materiais estruturais.
    Estudo da regulamentação de incêndios em vigor, especialmente no que concerne à aplicação de medidas ativas e passivas de proteção.
    Verificação da segurança e estabilidade em incêndios, de elementos estruturais em aço, betão armado e madeira, segundo os Eurocódigos aplicáveis.
    O formando deverá estar apto a:
    - Conceber elementos escritos e desenhados que fazem parte integrante de projetos de construção e, em particular, dos projetos da especialidade de SCIE.
    - Utilizar e interpretar a vasta normalização de apoio, a ser utilizada para satisfação dos requisitos da segurança contra incêndios.
    Objectivos terminais:
    - Avaliar e decidir, bem como dimensionar, atendendo a vários indicadores e fontes de informação (cientifica e comercial via Web), materiais para aplicar em soluções construtivas, que associadas a técnicas de proteção ativa e passiva, possam melhorar a segurança contra incêndio num edifício (a projetar, ou existente).
    Cálculo da estabilidade ao fogo de estruturas de edifícios.

    1 - Fenómeno do fogo, combustão e combustíveis, tipos de fogos e produtos da combustão.
    2 - Fogo em edifícios, evolução, carga do incêndio e modelos de propagação.
    3 - Comportamento dos materiais, propriedades e classificação (anterior - LNEC e atual - Europeu).
    4 - Prevenção e proteção, regulamentação, disposições de segurança, evacuação, iluminação de segurança, controle de fumos, deteção e alarme. Meios de extinção, extintores e outros sistemas fixos.
    5 - Verificação ao fogo de estruturas ECs com aplicação em casos práticos:
    5.1 Estruturas de Betão;
    5.2 Estruturas de Aço
    5.3 Estruturas de Madeira.

  • 6 ECTS

    Tecnologia de Fachadas

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Rodrigo Falcão Moreira
    Teórico-prática
    4 horas

    A disciplina tem como propósito dotar o estudante de competências fundamentais no domínio da conceção, análise e avaliação de sistemas de fachadas em edifícios. O foco é colocado nas funções essenciais da fachada, nas tipologias construtivas e nos materiais mais relevantes, com particular atenção à integração com a estrutura, às ações regulamentares, ao desempenho construtivo e às patologias mais frequentes. Pretende-se ainda sensibilizar os alunos para a inovação e a sustentabilidade, promovendo o contacto com soluções de pré-fabricação, modularidade, fachadas duplas, integração de sistemas fotovoltaicos e outras tendências emergentes.
    Os objetivos específicos incluem:
    - compreender o papel da fachada no desempenho global do edifício;
    - conhecer os principais materiais, sistemas construtivos e caixilharias;
    - aplicar metodologias normativas simplificadas na verificação da segurança de elementos em vidro, pedra e alvenaria;
    - identificar patologias típicas e propor medidas preventivas de manutenção;
    - analisar estudos de caso reais e refletir sobre inovação e sustentabilidade.

    O programa organiza-se em três blocos:
    Bloco 1 - Conceitos fundamentais e sistemas construtivos: funções da fachada, tipologias (alvenaria, ventilada, cortina, híbridas), materiais principais e sistemas de caixilharia.
    Bloco 2 - Integração com o edifício e desempenho construtivo: fixação estrutural, ações regulamentares (vento, cargas permanentes, efeito sísmico introdutório), estanquidade, patologias, manutenção e reabilitação. Inclui exercícios práticos de verificação de vidro, pedra, fixações e alvenaria.
    Bloco 3 - Inovação e prática profissional: soluções inovadoras, sustentabilidade, estudos de caso, seminários de fabricantes e apresentações finais dos trabalhos.

  • 2 ECTS

    Trabalho Preparatório e Conceção

    ECTS
    2
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Rosário Oliveira
    Teórico-prática
    1 hora

    O1- O objetivo principal de TPC-DIPRE consiste na elaboração de uma proposta de trabalho a desenvolver em Dissertação, Projeto ou Estágio. Esta proposta de trabalho inclui uma pesquisa bibliográfica e um trabalho de síntese do tema a desenvolver, a identificação e a descrição geral das tarefas a executar assim como a sua calendarização. Pretende-se deste modo o desenvolvimento de competências de investigação aplicada e de inovação, o desenvolvimento de métodos de trabalho, o conhecimento do funcionamento das organizações, a estruturação e a apresentação de um trabalho técnico e/ou científico.
    O2- São objetivos específicos a definição do tema de Dissertação, Projeto ou Estágio, adequado à especialização do Mestrado em curso, a identificação da equipa de orientação/supervisão, a exploração inicial do tema e a elaboração de um cronograma de trabalhos a seguir no segundo semestre em Dissertação, Projeto ou Estágio.

    P1- Formação em áreas complementares e transversais do conhecimento.
    P2- Organização, disponibilização e participação em atividades de extensão.
    P3- Revisão bibliográfica de e sobre o tema a desenvolver em DIPRE.
    P4- Redação, apresentação e defesa de um plano de trabalhos a desenvolver em Dissertação, Projeto ou Estágio.

2º ano | 2º semestre

  • 30 ECTS

    Dissertação

    ECTS
    30
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Rosário Oliveira
    Orientação tutorial
    1 hora

    Esta UC pressupõe a elaboração de uma dissertação de natureza técnico-científica, sobre um tema ou tópico do domínio da área de especialização do curso, que inclua uma componente de carácter teórico ou experimental promovendo uma abordagem inovadora do tema ou tópico a desenvolver, que seja original e especialmente realizada para este fim.
    Esta UC promove a pesquisa de informação, a análise de situações novas, o desenvolvimento de metodologias e técnicas de abordagem de problemas, a recolha rigorosa de dados e o cruzamento e interpretação dos mesmos, a sistematização das conclusões e o estabelecimento de perspectivas futuras.

    O tema ou tópico da dissertação deve ser previamente aprovado pelo Diretor de Curso e a componente de trabalho autónomo implícita na elaboração da dissertação deve ser supervisionada sob orientação de um docente/investigador do ISEP, podendo existirem coorientadores, internos ou externos ao ISEP.
    A dissertação deverá ser um trabalho envolvendo uma forte componente experimental de campo ou de laboratório, ou uma componente de modelação/simulação em engenharia, que promova o desenvolvimento de capacidades de iniciativa, de decisão e de pensamento criativo e crítico.

  • 30 ECTS

    Estágio

    ECTS
    30
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Rosário Oliveira
    Orientação tutorial
    1 hora

    Esta UC pressupõe a realização de um estágio de natureza profissional, objeto de relatório final, que promova um enquadramento teórico-prático e metodológico sobre as atividades desenvolvidas, explicitando a articulação entre o processo de formação curricular e a aplicação dos conhecimentos adquiridos, que seja original e especialmente realizado para este fim.
    Com a realização de um estágio curricular pretende-se a aquisição de novos conhecimentos práticos, a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos no curso, o desenvolvimento de competências profissionais através do contacto com o ambiente empresarial e o desenvolvimento da capacidade de adaptação ao ambiente de trabalho. O estágio é realizado, predominantemente, nas empresas que fazem parte da Bolsa de Empresas do MEC.

    O tema do estágio deve ser previamente aprovado pelo Diretor de Curso e a componente de trabalho autónomo implícita na elaboração do estágio deve ser supervisionada sob orientação de um docente/investigador do ISEP, podendo existir coorientadores internos ou externos ao ISEP. Poderá ainda existir a figura de supervisor para os responsáveis técnicos de empresas ou instituições onde ocorre o estágio.
    O funcionamento do trabalho autónomo supervisionada, em estágio de natureza profissional, é suportado por um protocolo de colaboração entre a instituição de acolhimento e o ISEP.
    O estágio deverá ser um trabalho em ambiente empresarial, envolvendo uma forte componente experimental de campo que promova um enquadramento teórico-prático e metodológico sobre as atividades desenvolvidas e em articulação entre o processo de formação curricular. É importante que promova o desenvolvimento de capacidades de iniciativa, de decisão e de pensamento criativo e crítico.

  • 30 ECTS

    Projeto

    ECTS
    30
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Rosário Oliveira
    Orientação tutorial
    1 hora

    Esta unidade pressupõe a preparação de um trabalho de projeto de âmbito aplicado, que integra conhecimentos e competências adquiridos ao longo do percurso de formação, incluindo a apresentação de soluções ou recomendações sobre problemas práticos na área de especialização do curso, que é original e especialmente realizado para esse fim.
    A concretização de um projeto visa adquirir novos conhecimentos práticos, a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos no curso, o desenvolvimento de competências profissionais de design e desenvolvimento.

    O tema do projeto deve ser previamente aprovado pelo Diretor de Curso e a componente de trabalho autónomo implícita na elaboração de um projeto que deve ser supervisionada sob orientação de um docente/investigador do ISEP, podendo existir coorientadores internos ou externos ao ISEP.
    O projeto visa a integração e aplicação de conhecimentos, competências e atitudes adquiridas ao longo do curso e a aquisição de novos conhecimentos, para o desenvolvimento, em meio académico ou empresarial, de um projeto concreto e complexo de engenharia civil.

1º ano | 1º semestre

  • 6 ECTS

    Construção Sustentável

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Eunice Vilaverde Fontão
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    O1 Compreender a pertinência da construção sustentável face ao desenvolvimento mundial e o enquadramento das vertentes sociais, económicas e ambientais.
    O2 Conhecer os fundamentos gerais e específicos de cada uma das vertentes técnicas a considerar para a concretização de soluções construtivas consideradas mais sustentáveis.
    O3 Adquirir a competência para proceder à análise e à avaliação da sustentabilidade das construções.
    O4 Conhecer ferramentas disponíveis para implementar e gerir os pressupostos da sustentabilidade na construção.
    O5 Adquirir a competência necessária para escolher e implementar soluções construtivas mais ambientalmente sustentáveis e de baixo impacte.

    P0 Apresentação e enquadramento da UC (2 horas)
    P1 Sustentabilidade na construção (4 horas)
    P2 Utilização sustentável dos recursos naturais (8 horas)
    P3 Eficiência energética (4 horas)
    P4 Estratégias bioclimáticas (4 horas)
    P5 Tecnologias solares (4 horas)
    P6 Eficiência hídrica (8 horas)
    P7 Materiais e ciclo de vida (4 horas)
    P8 O ambiente construído (8 horas)
    P9 Ferramentas de cálculo (14 horas)

  • 6 ECTS

    Construções de Aço e Mistas

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Carlos Felix
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    Esta unidade curricular tem por objetivos principais conferir competências profissionais para o dimensionamento e para a execução de estruturas metálicas e mistas correntes e transmitir conhecimento científico que permita explorar e desenvolver outras soluções de aplicação mais específica.
    Em CAMIS é explorada a análise estrutural segundo o EC3, detalhado o dimensionamento de vigas submetidas à flexão simples e o dimensionamento de elementos submetidos à flexão composta e desviada. Procede-se à verificação da segurança das ligações soldadas e aparafusadas.
    Finalmente são apresentados os aspetos relevantes do projeto de vigas e de lajes mistas de aço e betão, de acordo com o EC4.
    Conferir competências profissionais na área do projeto e da execução de estruturas de aço e estruturas mistas aço-betão.

    Propriedades do aço
    Análise estrutural segundo o EC3: imperfeições geométricas; efeitos de 2ª ordem; análise elástica e análise plástica. Pórticos contraventados e não contraventados. Análise simplificada de efeitos de 2ª ordem.
    Secções transversais: classificação
    Dimensionamento de vigas submetidas à flexão simples
    Dimensionamento de pilares submetidos à flexão composta e desviada
    Ligações: Soldadas e aparafusadas. Verificação da segurança; dimensionamento.
    Comportamento das estruturas mistas aço-betão. Princípios de dimensionamento segundo o EC4.
    Dimensionamento de vigas mistas aço-betão.
    Dimensionamento de lajes mistas aço-betão.

  • 6 ECTS

    Fundações e Estruturas de Suporte

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    José Filinto Trigo
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    O aluno deverá estar apto a:
    - Reconhecer as regras, os princípios e as metodologias estabelecidos no EC7 relativamente às bases do cálculo geotécnico, às fundações e às estruturas de suporte de terras;
    - Reconhecer as regras, os princípios e as metodologias estabelecidos no EC2 relativos a fundações;
    - Desenvolver o projecto de uma fundação e de uma estrutura de suporte de terras.
    O aluno deverá estar apto a:
    - Seleccionar o tipo e as características da fundação ou da estrutura de suporte a adoptar, face à interpretação dos resultados da prospecção geotécnica e às características da construção;
    - Conceber a fundação ou a estrutura de suporte;
    - Desenvolver o dimensionamento geotécnico e estrutural de fundações superficiais;
    - Desenvolver o pré-dimensionamento geotécnico de fundações por estacas à compressão;
    - Desenvolver o dimensionamento geotécnico e estrutural de muros de suporte de terras de betão armado;
    - Caracterizar as diferentes tecnologias construtivas de fundações profundas e identificar as situações em que cada tecnologia deverá ser implementada;
    - Caracterizar as diferentes tecnologias construtivas de estruturas flexíveis de suporte de terras e identificar as situações em que cada tecnologia deverá ser implementada;
    - Desenvolver o dimensionamento de entivações escoradas.

    O Eurocódigo 7:
    Âmbito, constituição e enquadramento nacional.
    A verificação da segurança e da funcionalidade.
    Categorias geotécnicas.
    Fundações superficiais: tipos, concepção, dimensionamentos geotécnico e estrutural.
    Fundações profundas:
    Estacas e maciços de encabeçamento: tipos, concepção, tecnologias construtivas, aspectos gerais do dimensionamento geotécnico de estacas em compressão, ensaios e observação.
    Microestacas: tipos, concepção e tecnologias construtivas
    Muros de suporte gravidade:
    Muros de betão: tipos, concepção, sistemas de drenagem, dimensionamentos geotécnico e estrutural.
    Muros de gabiões: tecnologia construtiva, aspectos de dimensionamento.
    Estruturas de suporte flexíveis:
    Tipos, concepção, aspectos de dimensionamento.
    Entivações: aplicações, tecnologias construtivas, dimensionamento.
    Cortinas tipo Berlim, paredes moldadas, cortinas de estacas: aplicações e tecnologias construtivas.
    Escoras, ancoragens e pregagens: aspectos construtivos, ensaios e observação.

  • 6 ECTS

    Hidráulica Urbana

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Tiago André Abreu
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    O aluno deverá estar apto a desenvolver o dimensionamento de infraestruturas de Hidráulica Urbana, concretamente os sistemas de abastecimento de água e de drenagem de águas residuais e pluviais.
    A disciplina visa proporcionar ao aluno o conhecimento dos principais elementos dos diferentes sistemas públicos, englobando o abastecimento doméstico de água e a drenagem de águas residuais e pluviais. Para cada elemento desses sistemas são apresentados os respetivos princípios básicos de funcionamento e de concepção e dimensionamento. São ainda brevemente abordados alguns procedimentos básicos relativos à construção e implementação dos mesmos.

    1. Sistemas de abastecimento de água
    1.1 Conceitos gerais. Principais componentes
    1.2 Estações elevatórias
    1.3 Choque hidráulico
    1.4 Reservatórios
    2. Sistemas de drenagem de águas residuais
    2.1 Conceitos gerais. Principais componentes
    2.2 Estações elevatórias
    2.3 Órgãos especiais
    3. Sistemas de drenagem de águas pluviais
    3.1 Conceitos gerais. Principais componentes
    3.2 Órgãos especiais
    3.2. Soluções técnicas não correntes
    4. Conceitos básicos de qualidade da água, de tratamento de água para
    abastecimento público e de tratamento de águas residuais.

  • 6 ECTS

    Matemática Aplicada

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    João Emilio Matos
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    3 horas

    Os alunos aprofundam competências nos principais temas da Matemática Aplicada à Engenharia Civil e consolidam competências de utilização e de desenvolvimento de ferramentas de cálculo numérico para a resolução destes problemas. A modelação e formulação de problemas e a sua resolução com Matlab/Octave constituem o núcleo da disciplina.
    No final do semestre os alunos terão adquirido capacidades para:
    1 - Reconhecer e resolver os problemas clássicos da Programação Linear e da Análise Numérica;
    2 - Construir modelos matemáticos, algébricos, diferenciais, estatísticos ou de programação linear relacionados com a especialidade do curso;
    3 - Identificar os métodos numéricos necessários à resolução dos problemas formulados;
    4 - Desenvolver rotinas de cálculo para a implementação destes métodos;
    5 - Analisar criticamente e descrever as soluções numéricas encontradas.

    1. Programação Linear
    1.1. Formulação de Problemas
    1.2. O Método Simplex
    1.3. Análise de Pós-optimização
    1.4. Programação Binária e Programação Inteira
    2. Métodos Numéricos
    2.1. Resolução Numérica de Equações Algébricas
    2.2. Sistemas de Equações não lineares
    2.3. Optimização não linear
    2.4. Regressão dos Mínimos Quadrados

1º ano | 2º semestre

  • 6 ECTS

    Conservação e Reabilitação de Edifícios

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Duarte Lopes
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    - Abordagem à evolução dos conceitos fundamentais da conservação e reabilitação, com particular enfoque nos edifícios urbanos e habitações rurais;
    - Análise de aspectos metodológicos de inspeção, de diagnóstico e de projecto de reabilitação, com propostas de tipificação das principais e mais correntes anomalias estruturais e construtivas, verificáveis e o seu enquadramento técnico, legal e financeiro:
    - Apresentação e discussão de propostas de intervenção corretiva em edifícios e elaboração de respectivos projetos de engenharia civil | nas especialidades envolvidas.

    1.Introdução
    i.Noções preliminares fundamentais em Conservação e Reabilitação.
    ii.O edifício de tipo construtivo antigo em Portugal e descrição detalhada dos seus constituintes - Materiais.
    iii.O edifício em fase de utilização. Vida útil. Nível de qualidade ao longo do tempo. Fatores de degradação.
    iv.Exigências funcionais e de qualidade adequadas ao uso.
    2.Comportamento do edifício em serviço
    i.Vida útil (edifício | materiais)
    ii.Fatores e causas de degradação
    iii.Processos de intervenção
    3.Conservação de um edifício
    i.Definição dos conceitos envolvidos na conservação
    i.Estratégias de conservação
    iii.Tecnologias de conservação
    4.Reabilitação dos edifícios
    i.Inspeções prévias
    ii.O diagnóstico das anomalias. Identificação das anomalias patológicas. Sua causa-efeito.
    iii.O projeto de reabilitação
    iv.Classificação e critérios de intervenção
    v.Processos de intervenção
    vi.Metodologia de reabilitação
    vii.Tecnologias de reabilitação
    5.Legislação em vigor | aplicável

  • 6 ECTS

    Dimensionamento e Tecnologias em Obras Geotécnicas

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Patrícia Lopes
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    A mecânica dos solos estuda e procura prever o comportamento de maciços terrosos quando sujeitos a solicitações provocadas, por exemplo, por obras de engenharia. Todas as obras de engenharia civil se apoiam sobre o solo, e muitas delas utilizam o próprio solo como elemento de construção. Por conseguinte, a estabilidade e o comportamento funcional das obras serão determinados, em grande parte, pelas características dos solos.
    Nesta UC aplicam-se os conhecimentos adquiridos anteriormente e dão-se a conhecer métodos de reforço/melhoramento de solos, não abordados nas disciplinas base. Pretende-se dotar os estudantes de capacidade de análise e dimensionamento de problemas geotécnicos, e familiarizá-los com as técnicas e equipamentos mais correntes na execução de obras geotécnicas. Em suma, é objetivo dotar os estudantes de formação específica orientada para a aplicação da mecânica dos solos do ponto de vista do projeto e das diferentes técnicas e abordagens na resolução de problemas de engenharia geotécnica.

    1-Introdução. Apresentação. Objetivos. Revisão de conceitos
    2-Compactação
    3-Ensaios. Interpretação de resultados
    4-Geotecnia rodoviária-sistemas de classificação de solos
    5-Geossintéticos
    6-Aceleração da consolidação
    7-Solos expansíveis e Solos colapsíveis
    8-Análise ao potencial de Liquefação
    9-Métodos de reforço/melhoramento de solos
    10-Terra armada
    11-Estabilidade de taludes e encostas
    12-Monitorização e acompanhamento de obras geotécnicas

  • 6 ECTS

    Estruturas Pré-esforçadas

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Rodrigo Falcão Moreira
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    A unidade curricular tem como propósito introduzir os estudantes aos princípios fundamentais do betão pré-esforçado, proporcionando uma compreensão clara do seu comportamento estrutural e dos critérios regulamentares de dimensionamento. Pretende-se desenvolver competências na análise e verificação de secções e vigas pré-esforçadas, considerando os estados limite de serviço, as perdas de pré-esforço e a segurança das zonas de ancoragem. A disciplina não se orienta para o projeto de obras de arte, mas para a aplicação do betão pré-esforçado em estruturas correntes, promovendo uma base sólida para o exercício profissional ou para estudos avançados na área.

    Introdução à técnica do pré-esforço. Materiais para estruturas pré-esforçadas. Análise e dimensionamento de secções pré-esforçadas. Dimensionamento de vigas isostáticas de betão pré-esforçado. Perdas de tensão na armadura de pré-esforço. Verificação da segurança das zonas de ancoragem. Dimensionamento de vigas hiperestáticas de betão pré-esforçado, de acordo com a norma NP EN 1992-1-1.

  • 6 ECTS

    Gestão de Empreendimentos

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    José Pinto-Faria
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    Apresentação dos princípios, conceitos e métodos fundamentais da gestão de um empreendimento de construção, nas várias fases do ciclo de vida, baseado no enquadramento estabelecido pelo PMBOK® Guide.
    Para cada uma das áreas de gestão serão abordados aspectos relacionados com a identificação e caracterização do problema, planeamento, implementação, monitorização e controlo, acompanhado nas aulas com casos de estudo.
    Será privilegiado um diálogo inter-relacional docente/aluno.
    Com particular enfoque na gestão de empreendimentos da construção, fornecer diretrizes para a gestão de Projetos, definir a gestão de Projetos e conceitos relacionados e descrever o ciclo de vida dos Projetos e os processos relacionados.
    Destaque para a interação dos grupos de processos de gestão do Projeto (iniciação, planeamento, execução, monitorização e controlo, e encerramento) com as áreas de conhecimento, com destaque para as da integração, âmbito, tempo, custo, risco, procura e as que estão especialmente orientadas para os empreendimentos de construção (segurança, ambiente, financeira e das reivindicações).

    1. Introdução:
    Conceitos de Empreendimento, Gestão de Empreendimentos e relações com outras áreas de conhecimento.
    2. O Ciclo de Vida e a Organização de um Empreendimento:
    O ciclo de vida, as partes interessadas e as influências organizacionais.
    3. Processos da gestão de Empreendimentos.
    4. Gestão da Coordenação/Integração do Empreendimento
    5. Gestão do Âmbito do Empreendimento
    6. Gestão do Tempo do Empreendimento
    7. Gestão dos Custos do Empreendimento
    8. Gestão da Qualidade do Empreendimento
    9. Gestão dos Recursos Humanos do Empreendimento
    10. Gestão da Comunicação do Empreendimento
    11. Gestão do Risco do Empreendimento
    11.1 A metodologia FMEA / FMECA
    12. Gestão da Procura do Empreendimento
    13. Gestão da Segurança
    14. Gestão do Impacto Ambiental
    15. Gestão de Finanças
    16. Gestão de Reivindicações.

  • 6 ECTS

    Infraestruturas de Transportes

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Ângelo Jacob
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    Nesta unidade curricular, pretende-se transmitir conhecimentos relativos à planificação dos trabalhos de construção e aos equipamentos / tecnologias a utilizar nas Infraestruturas.
    Desenvolver um programa abrangente que permita ao aluno aplicar os conhecimentos na resolução de problemas em situações novas num contexto alargado e multidisciplinar.
    Enquadrar as atividades relativas ao projeto das vias de comunicação, nas suas diversas componentes, em particular nas infraestruturas de transportes: Rodovia, Ferrovia, Portos Marítimos e Aeródromos.
    Acentuar a importância do caminho-de-ferro como meio de transporte terreste em massa mais eficiente e ecológico.
    Transmitir uma formação técnico-científica sólida que permita o exercício competente num setor chave da sociedade, onde se investem importantes recursos na melhoria das acessibilidades e da mobilidade das pessoas.
    Enquadra-se também no programa uma visita de estudo.

    1 - Fases de intervenção na implementação das Infraestruturas de Transportes (5%).
    2 - Apresentação dos vários tipos de Infraestruturas de Transportes, implementação e construção (5%).
    3 - Terraplenos, solos e pavimentos rodoviários. Caraterização segundo o CETO, objetivos e definições (20%).
    4 - Drenagem em Infraestruturas de Transportes. Dimensionamento de órgãos de drenagem em projeto de estradas e vias férreas (30%).
    5 - Fundamentos de Engenharia Ferroviária. Conceitos fundamentais de via-férrea e material circulante. A Infraestrutura e Superestrutura ferroviária: esforços e dimensionamento. Aparelhos de mudança de via. Eficiência do transporte ferroviário. Ferrovia de alta velocidade e levitação magnética (30%).
    6 - Infraestruturas Aeroportuárias e portuárias. Definição geométrica de pistas de aeródromos e demais partes de um aeroporto. Definições e disposição das partes de um porto marítimo (10%).

2º ano | 1º semestre

  • 6 ECTS

    Análise Estrutural Avançada

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Isabel Alvim Teles
    Teórico-prática
    4 horas

    Em termos de objetivos particulares destaca-se a abordagem de métodos simplificados de resolução de estruturas que permitem perceber o modo como ocorre a distribuição de esforços numa dada estrutura. É efetuada uma apresentação dos elementos finitos no sentido de suportar o conhecimento dos alunos relativamente ao funcionamento dos programas de cálculo automático de estruturas. Pretende-se utilizar métodos de análise estrutural, discutir e criticar os resultados do cálculo de estruturas tendo em vista a validação do processo de cálculo.
    Os principais objectivos desta disciplina referem-se a:
    - Linhas de influência.
    - Apresentação do método dos elementos finitos.
    - Aplicação do método dos elementos finitos na modelação e análise de estruturas de edifícios.
    - Conceitos gerais da análise não linear geométrica.
    - Análise plástica de estruturas.

    1- Linhas de Influência.
    Determinação de linhas de influência em estruturas isostáticas.
    2 - Introdução ao Método dos Elementos Finitos.
    Aspetos gerais da sua formulação.
    Funções de forma e matriz de rigidez de um elemento.
    Principais tipos de elementos e seu campo de aplicação: elementos uni-dimensionais e 2D.
    3 -Cálculo automático na modelação e análise de estruturas de edifícios.
    Modelação tridimensional de estruturas de edifícios incluindo: pisos, paredes e núcleos;
    4 - Análise não Linear Geométrica de Estruturas Reticuladas.
    Análise de estruturas em que se considere efeitos de segunda ordem.
    Matriz de rigidez geométrica de uma barra e de uma estrutura.
    Cargas críticas e modos de encurvadura.
    Métodos simplificados para a determinação dos efeitos de segunda ordem.
    Capítulo 5 - Análise Plástica de Estruturas
    Momento plástico e de mecanismo de colapso;
    Teorema Estático e Cinemático;
    Determinação de forças de colapso.

  • 6 ECTS

    Dinâmica de Estruturas

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Diogo Rodrigo Ribeiro
    Teórico-prática
    4 horas

    Os principais objectivos desta disciplina referem-se a:
    - discussão dos princípios básicos que regem o comportamento dinâmico das estruturas;
    - apresentação de metodologias para a análise da resposta de sistemas lineares sob ações dinâmicas;
    - apresentação de procedimentos básicos de análise dinâmica experimental;
    - aplicação das metodologias de análise dinâmica ao estudo da resposta de estruturas de edifícios à ação dos sismos, com base na regulamentação europeia mais recente, nomeadamente a EN1992 e EN1998;
    - sensibilização para os princípios básicos de dimensionamento sísmico subjacentes à filosofia da regulamentação atual e compreensão da sua importância para uma boa concepção de estruturas sismo-resistentes.
    Em termos de objectivos particulares destaca-se o estudo detalhado do comportamento dos sistemas de um grau de liberdade, estabelecendo-se a respectiva equação de equilíbrio dinâmico e analisando as suas características e métodos de resolução para diferentes hipóteses de solicitação (ações harmónicas, impulsivas, quaisquer e sísmica). A generalização ao caso de sistemas com vários graus de liberdade é realizada expressando-se o sistema de equações de equilíbrio dinâmico no espaço modal.
    Especial ênfase é dada à ação sísmica, a ação dinâmica mais frequentemente envolvida no dimensionamento de estruturas, nomeadamente através da apresentação dos princípios gerais e específicos incluídos na versão final da EN1998. São também abordados os aspectos relativos à concepção e aplicação de técnicas de proteção e reforço sísmico das construções novas e das construções existentes.

    PARTE I: Dinâmica Estrutural (50%)
    1. Enquadramento da análise dinâmica de estruturas de Engenharia Civil
    2. Sistemas lineares de 1 grau de liberdade
    2.1. Modelos matemáticos
    2.2. Resposta em vibração livre
    2.3. Resposta a ações harmónicas
    2.4. Resposta a uma ação dinâmica qualquer
    2.5. Resposta à ação sísmica
    3. Sistemas lineares com vários graus de liberdade
    3.1. Modelos matemáticos
    3.2. Resposta em vibração livre
    3.3. Resposta a uma ação dinâmica qualquer
    3.4. Resposta à ação sísmica
    PARTE II: Engenharia Sísmica (50%)
    1. Comportamento, modelação e análise de estruturas de Engenharia Civil sob ação sísmica
    2. Dimensionamento sísmico de estruturas de acordo com a EN1998
    2.1. Definição da ação sísmica
    2.2. Metodologias

  • 6 ECTS

    Estruturas de Madeira e de Alvenaria

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Duarte Lopes
    Teórico-prática
    4 horas

    Desenvolver competências para :
    - A conceção de estruturas de madeira para edifícios - EC 5, assim como ações de inspeção e disgnóstico de estruturas existentes.
    - Para ações de inspeção e disgnóstico de estruturas de alvenaria existentes - EC 6.
    - Facultar aos alunos todos os meios disponíveis para enfrentar o atual mercado de trabalho na construção civil, passando também pela capacitação de análise de outros sistemas estruturas que não o betão armado ou aço.
    - Ultrapassar problemas práticos de dimensionamento e análise deste tipo de estruturas mencionadas (EC 5 e EC 6).

    Parte 01 |. 060.% .| Madeira
    1. A madeira: características, classificação, propriedades mecânicas e físicas; Produtos de construção, madeira maciça e derivados.
    2. Elementos estruturais, sistemas estruturais e aplicações.
    3. Conceção e dimensionamento de estruturas de madeira. Verificação da segurança aos ELU e ELS - EC5.
    4. Ligações
    5. Inspeção e reforço de estruturas de madeira. Metodologias e danos. Ações de agentes biológicos.
    Parte 02 |. 040.% .| Alvenaria
    6. Alvenaria como tipologia construtiva. Tipos de alvenaria existentes, sua constituição e propriedades.
    7. Alvenarias existentes. Sistemas estruturais.
    8. Alvenarias tradicionais. Inspeção de estruturas (correntes e históricas), principais anomalias.
    9. Alvenarias tradicionais. Técnicas de reabilitação e reforço.

  • 6 ECTS

    Inspecção e Reforço de Estruturas

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    José Filinto Trigo
    Teórico-prática
    4 horas

    - Desenvolver competências para a realização de campanhas de inspecção estrutural.
    - Desenvolver competências no âmbito dos ensaios não-destrutivos.
    - Desenvolver competências com vista à condução de medições estruturais.
    - Desenvolver competências para a selecção e projecto de processos de reparação e de reforço estrutural.
    Competências para a realização de campanhas e relatórios de inspecção estrutural: metodologias de inspecção estrutural, inspecção de estruturas de edifícios; inspecção de obras de arte; identificação de anomalias estruturais e principais causas; classificação do estado de conservação e manutenção das estruturas.
    - Competências no âmbito dos ensaios não-destrutivos: metodologias, técnicas e equipamento para caracterização experimental das propriedades dos materiais estruturais e do seu estado.
    - Competências com vista à condução de medições estruturais: conhecimentos no domínio dos instrumentos de medição; elaboração de planos de instrumentação; técnicas de avaliação estrutural com base em dados provenientes da monitorização.
    - Competências para a selecção e projecto de processos de reparação e de reforço estrutural: reparação e protecção de estruturas; reforço de lajes, vigas, pilares e fundações de edifícios em betão armado e estruturas metálicas.

    O conceito de durabilidade e de tempo de vida útil de uma estrutura. Disposições normativas.
    Inspecção de estruturas de edifícios e de obras de arte.
    Classificação do estado de conservação e de manutenção das estruturas.
    Identificação de anomalias estruturais, sua caracterização e causas possíveis.
    Técnicas e ensaios de caracterização não destrutiva.
    Determinação experimental das propriedades dos materiais estruturais.
    Ensaios de carga.
    Planos de instrumentação e monitorização estrutural.
    Avaliação experimental do comportamento das estruturas.
    Reparação e protecção de estruturas.
    Reforço de estruturas de betão armado: lajes, vigas, pilares e fundações.

  • 4 ECTS

    Metodologias Digitais na Construção

    ECTS
    4
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Diogo Rodrigo Ribeiro
    Teórico-prática
    4 horas

    A unidade curricular visa desenvolver competências profissionais no domínio da transformação digital aplicada à engenharia civil. Pretende-se que os estudantes adquiram:
    - Compreensão dos processos e usos do BIM, com foco na interoperabilidade, no OpenBIM e na coordenação multidisciplinar.
    - Capacidade de integrar e gerir informação proveniente de diferentes especialidades de projeto e construção.
    - Conhecimento sobre políticas, normas e guias nacionais e internacionais para a adoção do BIM.
    - Conhecimento de ferramentas digitais para avaliação de sustentabilidade, incluindo análise de ciclo de vida e estratégias de descarbonização.
    - Competência para analisar e aplicar tecnologias de automação e robótica em processos construtivos.
    - Aptidão para explorar gémeos digitais, sensores e IoT na monitorização de ativos e apoio à decisão.
    - Competências na utilização de metodologias de análise de dados, inteligência artificial e Big Data em projetos de construção.
    O objetivo global é preparar os alunos para compreender, avaliar e aplicar metodologias digitais ao longo do ciclo de vida dos ativos construídos, promovendo uma abordagem crítica, integrada e colaborativa face aos desafios da Construção 4.0.

    1. Introdução ao BIM e tecnologias associadas
    1.1. Fundamentos da modelação paramétrica
    1.2. Plataformas e processos colaborativos
    2. Processos no âmbito do BIM
    2.1. Usos BIM
    2.2. Coordenação de projetos multidisciplinares
    2.3. OpenBIM ? especificação e validação de requisitos de informação
    3. Políticas no âmbito do BIM
    3.1. Adoção do BIM a nível nacional e internacional
    3.2. Políticas, normas e guias
    4. Digitalização para a sustentabilidade
    4.1. Análise de ciclo de vida
    4.2. Tecnologias e modelos digitais para descarbonização
    5. Automação e Robótica na Construção
    5.1. Inovações em automação e robótica, incluindo robótica colaborativa
    5.2. Fabrico aditivo
    5.3. Inteligência Artificial na automação de processos construtivos
    6. Gémeos Digitais e Análise de Dados
    6.1. Sensores e IoT
    6.2. Análises preditivas com recurso a Inteligência Artificial
    6.3. Big Data

  • 2 ECTS

    Trabalho Preparatório e Conceção

    ECTS
    2
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Rosário Oliveira
    Teórico-prática
    1 hora

    O1- O objetivo principal de TPC-DIPRE consiste na elaboração de uma proposta de trabalho a desenvolver em Dissertação, Projeto ou Estágio. Esta proposta de trabalho inclui uma pesquisa bibliográfica e um trabalho de síntese do tema a desenvolver, a identificação e a descrição geral das tarefas a executar assim como a sua calendarização. Pretende-se deste modo o desenvolvimento de competências de investigação aplicada e de inovação, o desenvolvimento de métodos de trabalho, o conhecimento do funcionamento das organizações, a estruturação e a apresentação de um trabalho técnico e/ou científico.
    O2- São objetivos específicos a definição do tema de Dissertação, Projeto ou Estágio, adequado à especialização do Mestrado em curso, a identificação da equipa de orientação/supervisão, a exploração inicial do tema e a elaboração de um cronograma de trabalhos a seguir no segundo semestre em Dissertação, Projeto ou Estágio.

    P1- Formação em áreas complementares e transversais do conhecimento.
    P2- Organização, disponibilização e participação em atividades de extensão.
    P3- Revisão bibliográfica de e sobre o tema a desenvolver em DIPRE.
    P4- Redação, apresentação e defesa de um plano de trabalhos a desenvolver em Dissertação, Projeto ou Estágio.

2º ano | 2º semestre

  • 30 ECTS

    Dissertação

    ECTS
    30
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Rosário Oliveira
    Orientação tutorial
    1 hora

    Esta UC pressupõe a elaboração de uma dissertação de natureza técnico-científica, sobre um tema ou tópico do domínio da área de especialização do curso, que inclua uma componente de carácter teórico ou experimental promovendo uma abordagem inovadora do tema ou tópico a desenvolver, que seja original e especialmente realizada para este fim.
    Esta UC promove a pesquisa de informação, a análise de situações novas, o desenvolvimento de metodologias e técnicas de abordagem de problemas, a recolha rigorosa de dados e o cruzamento e interpretação dos mesmos, a sistematização das conclusões e o estabelecimento de perspectivas futuras.

    O tema ou tópico da dissertação deve ser previamente aprovado pelo Diretor de Curso e a componente de trabalho autónomo implícita na elaboração da dissertação deve ser supervisionada sob orientação de um docente/investigador do ISEP, podendo existirem coorientadores, internos ou externos ao ISEP.
    A dissertação deverá ser um trabalho envolvendo uma forte componente experimental de campo ou de laboratório, ou uma componente de modelação/simulação em engenharia, que promova o desenvolvimento de capacidades de iniciativa, de decisão e de pensamento criativo e crítico.

  • 30 ECTS

    Estágio

    ECTS
    30
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Rosário Oliveira
    Orientação tutorial
    1 hora

    Esta UC pressupõe a realização de um estágio de natureza profissional, objeto de relatório final, que promova um enquadramento teórico-prático e metodológico sobre as atividades desenvolvidas, explicitando a articulação entre o processo de formação curricular e a aplicação dos conhecimentos adquiridos, que seja original e especialmente realizado para este fim.
    Com a realização de um estágio curricular pretende-se a aquisição de novos conhecimentos práticos, a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos no curso, o desenvolvimento de competências profissionais através do contacto com o ambiente empresarial e o desenvolvimento da capacidade de adaptação ao ambiente de trabalho. O estágio é realizado, predominantemente, nas empresas que fazem parte da Bolsa de Empresas do MEC.

    O tema do estágio deve ser previamente aprovado pelo Diretor de Curso e a componente de trabalho autónomo implícita na elaboração do estágio deve ser supervisionada sob orientação de um docente/investigador do ISEP, podendo existir coorientadores internos ou externos ao ISEP. Poderá ainda existir a figura de supervisor para os responsáveis técnicos de empresas ou instituições onde ocorre o estágio.
    O funcionamento do trabalho autónomo supervisionada, em estágio de natureza profissional, é suportado por um protocolo de colaboração entre a instituição de acolhimento e o ISEP.
    O estágio deverá ser um trabalho em ambiente empresarial, envolvendo uma forte componente experimental de campo que promova um enquadramento teórico-prático e metodológico sobre as atividades desenvolvidas e em articulação entre o processo de formação curricular. É importante que promova o desenvolvimento de capacidades de iniciativa, de decisão e de pensamento criativo e crítico.

  • 30 ECTS

    Projeto

    ECTS
    30
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Rosário Oliveira
    Orientação tutorial
    1 hora

    Esta unidade pressupõe a preparação de um trabalho de projeto de âmbito aplicado, que integra conhecimentos e competências adquiridos ao longo do percurso de formação, incluindo a apresentação de soluções ou recomendações sobre problemas práticos na área de especialização do curso, que é original e especialmente realizado para esse fim.
    A concretização de um projeto visa adquirir novos conhecimentos práticos, a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos no curso, o desenvolvimento de competências profissionais de design e desenvolvimento.

    O tema do projeto deve ser previamente aprovado pelo Diretor de Curso e a componente de trabalho autónomo implícita na elaboração de um projeto que deve ser supervisionada sob orientação de um docente/investigador do ISEP, podendo existir coorientadores internos ou externos ao ISEP.
    O projeto visa a integração e aplicação de conhecimentos, competências e atitudes adquiridas ao longo do curso e a aquisição de novos conhecimentos, para o desenvolvimento, em meio académico ou empresarial, de um projeto concreto e complexo de engenharia civil.

1º ano | 1º semestre

  • 6 ECTS

    Construção Sustentável

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Eunice Vilaverde Fontão
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    O1 Compreender a pertinência da construção sustentável face ao desenvolvimento mundial e o enquadramento das vertentes sociais, económicas e ambientais.
    O2 Conhecer os fundamentos gerais e específicos de cada uma das vertentes técnicas a considerar para a concretização de soluções construtivas consideradas mais sustentáveis.
    O3 Adquirir a competência para proceder à análise e à avaliação da sustentabilidade das construções.
    O4 Conhecer ferramentas disponíveis para implementar e gerir os pressupostos da sustentabilidade na construção.
    O5 Adquirir a competência necessária para escolher e implementar soluções construtivas mais ambientalmente sustentáveis e de baixo impacte.

    P0 Apresentação e enquadramento da UC (2 horas)
    P1 Sustentabilidade na construção (4 horas)
    P2 Utilização sustentável dos recursos naturais (8 horas)
    P3 Eficiência energética (4 horas)
    P4 Estratégias bioclimáticas (4 horas)
    P5 Tecnologias solares (4 horas)
    P6 Eficiência hídrica (8 horas)
    P7 Materiais e ciclo de vida (4 horas)
    P8 O ambiente construído (8 horas)
    P9 Ferramentas de cálculo (14 horas)

  • 6 ECTS

    Construções de Aço e Mistas

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Carlos Felix
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    Esta unidade curricular tem por objetivos principais conferir competências profissionais para o dimensionamento e para a execução de estruturas metálicas e mistas correntes e transmitir conhecimento científico que permita explorar e desenvolver outras soluções de aplicação mais específica.
    Em CAMIS é explorada a análise estrutural segundo o EC3, detalhado o dimensionamento de vigas submetidas à flexão simples e o dimensionamento de elementos submetidos à flexão composta e desviada. Procede-se à verificação da segurança das ligações soldadas e aparafusadas.
    Finalmente são apresentados os aspetos relevantes do projeto de vigas e de lajes mistas de aço e betão, de acordo com o EC4.
    Conferir competências profissionais na área do projeto e da execução de estruturas de aço e estruturas mistas aço-betão.

    Propriedades do aço
    Análise estrutural segundo o EC3: imperfeições geométricas; efeitos de 2ª ordem; análise elástica e análise plástica. Pórticos contraventados e não contraventados. Análise simplificada de efeitos de 2ª ordem.
    Secções transversais: classificação
    Dimensionamento de vigas submetidas à flexão simples
    Dimensionamento de pilares submetidos à flexão composta e desviada
    Ligações: Soldadas e aparafusadas. Verificação da segurança; dimensionamento.
    Comportamento das estruturas mistas aço-betão. Princípios de dimensionamento segundo o EC4.
    Dimensionamento de vigas mistas aço-betão.
    Dimensionamento de lajes mistas aço-betão.

  • 6 ECTS

    Fundações e Estruturas de Suporte

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    José Filinto Trigo
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    O aluno deverá estar apto a:
    - Reconhecer as regras, os princípios e as metodologias estabelecidos no EC7 relativamente às bases do cálculo geotécnico, às fundações e às estruturas de suporte de terras;
    - Reconhecer as regras, os princípios e as metodologias estabelecidos no EC2 relativos a fundações;
    - Desenvolver o projecto de uma fundação e de uma estrutura de suporte de terras.
    O aluno deverá estar apto a:
    - Seleccionar o tipo e as características da fundação ou da estrutura de suporte a adoptar, face à interpretação dos resultados da prospecção geotécnica e às características da construção;
    - Conceber a fundação ou a estrutura de suporte;
    - Desenvolver o dimensionamento geotécnico e estrutural de fundações superficiais;
    - Desenvolver o pré-dimensionamento geotécnico de fundações por estacas à compressão;
    - Desenvolver o dimensionamento geotécnico e estrutural de muros de suporte de terras de betão armado;
    - Caracterizar as diferentes tecnologias construtivas de fundações profundas e identificar as situações em que cada tecnologia deverá ser implementada;
    - Caracterizar as diferentes tecnologias construtivas de estruturas flexíveis de suporte de terras e identificar as situações em que cada tecnologia deverá ser implementada;
    - Desenvolver o dimensionamento de entivações escoradas.

    O Eurocódigo 7:
    Âmbito, constituição e enquadramento nacional.
    A verificação da segurança e da funcionalidade.
    Categorias geotécnicas.
    Fundações superficiais: tipos, concepção, dimensionamentos geotécnico e estrutural.
    Fundações profundas:
    Estacas e maciços de encabeçamento: tipos, concepção, tecnologias construtivas, aspectos gerais do dimensionamento geotécnico de estacas em compressão, ensaios e observação.
    Microestacas: tipos, concepção e tecnologias construtivas
    Muros de suporte gravidade:
    Muros de betão: tipos, concepção, sistemas de drenagem, dimensionamentos geotécnico e estrutural.
    Muros de gabiões: tecnologia construtiva, aspectos de dimensionamento.
    Estruturas de suporte flexíveis:
    Tipos, concepção, aspectos de dimensionamento.
    Entivações: aplicações, tecnologias construtivas, dimensionamento.
    Cortinas tipo Berlim, paredes moldadas, cortinas de estacas: aplicações e tecnologias construtivas.
    Escoras, ancoragens e pregagens: aspectos construtivos, ensaios e observação.

  • 6 ECTS

    Hidráulica Urbana

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Tiago André Abreu
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    O aluno deverá estar apto a desenvolver o dimensionamento de infraestruturas de Hidráulica Urbana, concretamente os sistemas de abastecimento de água e de drenagem de águas residuais e pluviais.
    A disciplina visa proporcionar ao aluno o conhecimento dos principais elementos dos diferentes sistemas públicos, englobando o abastecimento doméstico de água e a drenagem de águas residuais e pluviais. Para cada elemento desses sistemas são apresentados os respetivos princípios básicos de funcionamento e de concepção e dimensionamento. São ainda brevemente abordados alguns procedimentos básicos relativos à construção e implementação dos mesmos.

    1. Sistemas de abastecimento de água
    1.1 Conceitos gerais. Principais componentes
    1.2 Estações elevatórias
    1.3 Choque hidráulico
    1.4 Reservatórios
    2. Sistemas de drenagem de águas residuais
    2.1 Conceitos gerais. Principais componentes
    2.2 Estações elevatórias
    2.3 Órgãos especiais
    3. Sistemas de drenagem de águas pluviais
    3.1 Conceitos gerais. Principais componentes
    3.2 Órgãos especiais
    3.2. Soluções técnicas não correntes
    4. Conceitos básicos de qualidade da água, de tratamento de água para
    abastecimento público e de tratamento de águas residuais.

  • 6 ECTS

    Matemática Aplicada

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    João Emilio Matos
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    3 horas

    Os alunos aprofundam competências nos principais temas da Matemática Aplicada à Engenharia Civil e consolidam competências de utilização e de desenvolvimento de ferramentas de cálculo numérico para a resolução destes problemas. A modelação e formulação de problemas e a sua resolução com Matlab/Octave constituem o núcleo da disciplina.
    No final do semestre os alunos terão adquirido capacidades para:
    1 - Reconhecer e resolver os problemas clássicos da Programação Linear e da Análise Numérica;
    2 - Construir modelos matemáticos, algébricos, diferenciais, estatísticos ou de programação linear relacionados com a especialidade do curso;
    3 - Identificar os métodos numéricos necessários à resolução dos problemas formulados;
    4 - Desenvolver rotinas de cálculo para a implementação destes métodos;
    5 - Analisar criticamente e descrever as soluções numéricas encontradas.

    1. Programação Linear
    1.1. Formulação de Problemas
    1.2. O Método Simplex
    1.3. Análise de Pós-optimização
    1.4. Programação Binária e Programação Inteira
    2. Métodos Numéricos
    2.1. Resolução Numérica de Equações Algébricas
    2.2. Sistemas de Equações não lineares
    2.3. Optimização não linear
    2.4. Regressão dos Mínimos Quadrados

1º ano | 2º semestre

  • 6 ECTS

    Conservação e Reabilitação de Edifícios

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Duarte Lopes
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    - Abordagem à evolução dos conceitos fundamentais da conservação e reabilitação, com particular enfoque nos edifícios urbanos e habitações rurais;
    - Análise de aspectos metodológicos de inspeção, de diagnóstico e de projecto de reabilitação, com propostas de tipificação das principais e mais correntes anomalias estruturais e construtivas, verificáveis e o seu enquadramento técnico, legal e financeiro:
    - Apresentação e discussão de propostas de intervenção corretiva em edifícios e elaboração de respectivos projetos de engenharia civil | nas especialidades envolvidas.

    1.Introdução
    i.Noções preliminares fundamentais em Conservação e Reabilitação.
    ii.O edifício de tipo construtivo antigo em Portugal e descrição detalhada dos seus constituintes - Materiais.
    iii.O edifício em fase de utilização. Vida útil. Nível de qualidade ao longo do tempo. Fatores de degradação.
    iv.Exigências funcionais e de qualidade adequadas ao uso.
    2.Comportamento do edifício em serviço
    i.Vida útil (edifício | materiais)
    ii.Fatores e causas de degradação
    iii.Processos de intervenção
    3.Conservação de um edifício
    i.Definição dos conceitos envolvidos na conservação
    i.Estratégias de conservação
    iii.Tecnologias de conservação
    4.Reabilitação dos edifícios
    i.Inspeções prévias
    ii.O diagnóstico das anomalias. Identificação das anomalias patológicas. Sua causa-efeito.
    iii.O projeto de reabilitação
    iv.Classificação e critérios de intervenção
    v.Processos de intervenção
    vi.Metodologia de reabilitação
    vii.Tecnologias de reabilitação
    5.Legislação em vigor | aplicável

  • 6 ECTS

    Dimensionamento e Tecnologias em Obras Geotécnicas

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Patrícia Lopes
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    A mecânica dos solos estuda e procura prever o comportamento de maciços terrosos quando sujeitos a solicitações provocadas, por exemplo, por obras de engenharia. Todas as obras de engenharia civil se apoiam sobre o solo, e muitas delas utilizam o próprio solo como elemento de construção. Por conseguinte, a estabilidade e o comportamento funcional das obras serão determinados, em grande parte, pelas características dos solos.
    Nesta UC aplicam-se os conhecimentos adquiridos anteriormente e dão-se a conhecer métodos de reforço/melhoramento de solos, não abordados nas disciplinas base. Pretende-se dotar os estudantes de capacidade de análise e dimensionamento de problemas geotécnicos, e familiarizá-los com as técnicas e equipamentos mais correntes na execução de obras geotécnicas. Em suma, é objetivo dotar os estudantes de formação específica orientada para a aplicação da mecânica dos solos do ponto de vista do projeto e das diferentes técnicas e abordagens na resolução de problemas de engenharia geotécnica.

    1-Introdução. Apresentação. Objetivos. Revisão de conceitos
    2-Compactação
    3-Ensaios. Interpretação de resultados
    4-Geotecnia rodoviária-sistemas de classificação de solos
    5-Geossintéticos
    6-Aceleração da consolidação
    7-Solos expansíveis e Solos colapsíveis
    8-Análise ao potencial de Liquefação
    9-Métodos de reforço/melhoramento de solos
    10-Terra armada
    11-Estabilidade de taludes e encostas
    12-Monitorização e acompanhamento de obras geotécnicas

  • 6 ECTS

    Estruturas Pré-esforçadas

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Rodrigo Falcão Moreira
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    A unidade curricular tem como propósito introduzir os estudantes aos princípios fundamentais do betão pré-esforçado, proporcionando uma compreensão clara do seu comportamento estrutural e dos critérios regulamentares de dimensionamento. Pretende-se desenvolver competências na análise e verificação de secções e vigas pré-esforçadas, considerando os estados limite de serviço, as perdas de pré-esforço e a segurança das zonas de ancoragem. A disciplina não se orienta para o projeto de obras de arte, mas para a aplicação do betão pré-esforçado em estruturas correntes, promovendo uma base sólida para o exercício profissional ou para estudos avançados na área.

    Introdução à técnica do pré-esforço. Materiais para estruturas pré-esforçadas. Análise e dimensionamento de secções pré-esforçadas. Dimensionamento de vigas isostáticas de betão pré-esforçado. Perdas de tensão na armadura de pré-esforço. Verificação da segurança das zonas de ancoragem. Dimensionamento de vigas hiperestáticas de betão pré-esforçado, de acordo com a norma NP EN 1992-1-1.

  • 6 ECTS

    Gestão de Empreendimentos

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    José Pinto-Faria
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    Apresentação dos princípios, conceitos e métodos fundamentais da gestão de um empreendimento de construção, nas várias fases do ciclo de vida, baseado no enquadramento estabelecido pelo PMBOK® Guide.
    Para cada uma das áreas de gestão serão abordados aspectos relacionados com a identificação e caracterização do problema, planeamento, implementação, monitorização e controlo, acompanhado nas aulas com casos de estudo.
    Será privilegiado um diálogo inter-relacional docente/aluno.
    Com particular enfoque na gestão de empreendimentos da construção, fornecer diretrizes para a gestão de Projetos, definir a gestão de Projetos e conceitos relacionados e descrever o ciclo de vida dos Projetos e os processos relacionados.
    Destaque para a interação dos grupos de processos de gestão do Projeto (iniciação, planeamento, execução, monitorização e controlo, e encerramento) com as áreas de conhecimento, com destaque para as da integração, âmbito, tempo, custo, risco, procura e as que estão especialmente orientadas para os empreendimentos de construção (segurança, ambiente, financeira e das reivindicações).

    1. Introdução:
    Conceitos de Empreendimento, Gestão de Empreendimentos e relações com outras áreas de conhecimento.
    2. O Ciclo de Vida e a Organização de um Empreendimento:
    O ciclo de vida, as partes interessadas e as influências organizacionais.
    3. Processos da gestão de Empreendimentos.
    4. Gestão da Coordenação/Integração do Empreendimento
    5. Gestão do Âmbito do Empreendimento
    6. Gestão do Tempo do Empreendimento
    7. Gestão dos Custos do Empreendimento
    8. Gestão da Qualidade do Empreendimento
    9. Gestão dos Recursos Humanos do Empreendimento
    10. Gestão da Comunicação do Empreendimento
    11. Gestão do Risco do Empreendimento
    11.1 A metodologia FMEA / FMECA
    12. Gestão da Procura do Empreendimento
    13. Gestão da Segurança
    14. Gestão do Impacto Ambiental
    15. Gestão de Finanças
    16. Gestão de Reivindicações.

  • 6 ECTS

    Infraestruturas de Transportes

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Ângelo Jacob
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    Nesta unidade curricular, pretende-se transmitir conhecimentos relativos à planificação dos trabalhos de construção e aos equipamentos / tecnologias a utilizar nas Infraestruturas.
    Desenvolver um programa abrangente que permita ao aluno aplicar os conhecimentos na resolução de problemas em situações novas num contexto alargado e multidisciplinar.
    Enquadrar as atividades relativas ao projeto das vias de comunicação, nas suas diversas componentes, em particular nas infraestruturas de transportes: Rodovia, Ferrovia, Portos Marítimos e Aeródromos.
    Acentuar a importância do caminho-de-ferro como meio de transporte terreste em massa mais eficiente e ecológico.
    Transmitir uma formação técnico-científica sólida que permita o exercício competente num setor chave da sociedade, onde se investem importantes recursos na melhoria das acessibilidades e da mobilidade das pessoas.
    Enquadra-se também no programa uma visita de estudo.

    1 - Fases de intervenção na implementação das Infraestruturas de Transportes (5%).
    2 - Apresentação dos vários tipos de Infraestruturas de Transportes, implementação e construção (5%).
    3 - Terraplenos, solos e pavimentos rodoviários. Caraterização segundo o CETO, objetivos e definições (20%).
    4 - Drenagem em Infraestruturas de Transportes. Dimensionamento de órgãos de drenagem em projeto de estradas e vias férreas (30%).
    5 - Fundamentos de Engenharia Ferroviária. Conceitos fundamentais de via-férrea e material circulante. A Infraestrutura e Superestrutura ferroviária: esforços e dimensionamento. Aparelhos de mudança de via. Eficiência do transporte ferroviário. Ferrovia de alta velocidade e levitação magnética (30%).
    6 - Infraestruturas Aeroportuárias e portuárias. Definição geométrica de pistas de aeródromos e demais partes de um aeroporto. Definições e disposição das partes de um porto marítimo (10%).

2º ano | 1º semestre

  • 6 ECTS

    Avaliação Imobiliária e Gestão de Ativos

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Rosário Oliveira
    Teórico-prática
    4 horas

    O Mód. AVI trata os temas que proporcionarão ao estudante adquirir conhecimentos indispensáveis para a avaliação do património imobiliário edificando ou edificado, tendo por base as metodologias relacionadas com o método comparativo, a avaliação com base no rendimento e o método do custo. Também é feita a abordagem ao tema da Análise de Investimentos Imobiliários, proporcionando ao estudante conhecimentos de análise nestes domínios.
    O Mód. AVI tem os seguintes objetivos:
    O1- Conceitos gerais e específicos sobre a atividade da avaliação de imóveis.
    O2 ? Aprendizagem do método comparativo de mercado.
    O3 - Aprendizagem do método com base no rendimento.
    O4 - Aprendizagem do método com base no custo.
    O5 ? Aprendizagem de Análise de Investimentos Imobiliários.
    O Mód. GA trata os temas que proporcionarão ao estudante adquirir conhecimentos de práticas essenciais para as organizações que têm responsabilidades de conceber, operar, manter e reabilitar ou substituir conjuntos de ativos físicos.
    O Mód. GA tem os seguintes objetivos:
    O6 - Aquisição de conhecimentos essenciais às atividades destinadas a maximizar o valor extraído dos ativos físicos de uma organização, em áreas de engenharia, operação, manutenção, entre outras;
    O7 - Desenvolvimento do sentido crítico;
    O8 - Desenvolvimento da capacidade de incluir o risco nas análises conducentes à tomada de decisão (análise de risco qualitativa e quantitativa);
    O9 - Aprendizagem de conhecimentos para aplicação a casos concretos e a novas questões;
    O10 ? Desenvolvimento de capacidades para organizar a informação de base às metodologias de tomada de decisão em GA, identificar a granularidade adequada dos ativos e endereçar o alinhamento das funções organizacionais.

    Mód. AVI
    P1. Introdução à Avaliação Imobiliária
    P2. Método Comparativo
    P3. Método do Rendimento
    P4. Método do Custo
    P5. Avaliação de Edifícios
    P6. Avaliação de Terrenos
    P7. Cálculo Financeiro e Análise de Investimentos Imobiliários
    Mód. GA
    P8. Fundamentos da GA
    P8.1 Origens, conceitos-chave, principais tendências
    P8.2 Os benefícios e os 5 princípios da GA
    P8.3 A jornada da GA
    P8.4 Modelos conceptuais
    P8.5 Ativos físicos e outros. Ativos lineares e verticais. GA em sistemas infraestruturais e em edifícios
    P8.6 Informação sobre os ativos
    P9 Normas
    P9.1 Família ISO 55000
    P9.2 Requisitos ISO 55001
    P9.3 Gestão de Instalações e a norma ISO 41001. Outras normas
    P10 Análise de ciclo de vida
    P11 Análise de risco (AR)
    P11.1 AR qualitativa
    P11.2 AR quantitativa
    P12 Planeamento de investimentos
    P12.1 O suporte fundamentado à tomada de decisão em GA
    P12.2 A GA na base do planeamento de investimentos
    P12.3 Planos de GA
    P12.4 O Indicador Infrastructure Value Index para GA
    P12.5 Otimização do

  • 6 ECTS

    Gestão da Qualidade na Construção

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Rosário Oliveira
    Teórico-prática
    4 horas

    O propósito desta UC trata do aprofundamento dos conceitos de gestão, garantia e controlo da qualidade aplicados ao sector da Construção, considerando os princípios e as metodologias das normas da série ISO 9000.
    Os objetivos desta UC são as aprendizagens sobre:
    O1- A Gestão da Qualidade como estratégia de gestão e a Gestão por Processos no contexto de uma empresa do setor da construção.
    O2- As ferramentas da Gestão da Qualidade como instrumentos de gestão de empresas e sua aplicação numa Obra ou num Projeto.
    O3 - O ciclo de Melhoria Continua (PDCA).
    O4 - O Manual de Gestão da Qualidade da Empresa.
    O5 - O Plano de Gestão da Qualidade da Obra.

    P1. A Qualidade na Construção - Conceitos e metodologias gerais
    P2. A Gestão da Qualidade na Construção
    P3. A Melhoria Contínua na Gestão da Qualidade
    P4. A Marcação CE dos Produtos da Construção
    P5. O Sistema Português da Qualidade (SPQ) e o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) no contexto da Qualidade da Construção.

  • 6 ECTS

    Legislação e Seguros na Construção

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Jaime Gabriel Silva
    Teórico-prática
    4 horas

    As aulas da UC serão organizadas de forma a proporcionar aos alunos o atingimento dos objetivos abaixo:
    O1. a aquisição de conhecimentos fundamentais para a atividade dos engenheiros civis, seja para as áreas de projeto, de direção de obra, de fiscalização e controlo, da gestão do dono-de-obra, de I+I&D, entre outras;
    O2. o desenvolvimento da capacidade de raciocínio e abstração;
    O3. a capacidade de aplicação a casos concretos e de resolução de novas questões;
    O4. o desenvolvimento do sentido crítico;
    O5. a aquisição dos conceitos e noções essenciais do pensamento jurídico;
    O6. a aquisição de conhecimentos no domínio da legislação geral e específica da atividade da construção civil;
    O7. a aprendizagem das partes do Código Civil que interessam à construção;
    O8. a aprendizagem do Código dos Contratos Públicos e diplomas associados;
    O9. a aprendizagem da legislação relativa ao ingresso e permanência na atividade da construção (alvarás) e diplomas relacionados;
    O10. a aprendizagem dos requisitos relativos aos seguros na construção;
    O11. desenvolver conhecimentos e capacidade de intervenção em procedimentos concursais, nomeadamente como membros de júris de concursos, e de construção de modelos de avaliação de propostas;
    O12. o conhecimento da legislação relativa à estratégia nacional de compras ecológicas e da legislação relativa à utilização obrigatória de critérios ecológicos que consagrem a integração de produtos de base biológica sustentável nos contratos públicos.

    P1 Empreitadas de Obras Particulares (Código Civil)
    P1.1 Noção de empreitada
    P1.2 A Liberdade Contratual e a posição de igualdade entre as partes no momento da formação dos contratos e na execução da obra
    P1.3 Os Sujeitos do contrato: dono da obra; empreiteiro
    P1.4 A fiscalização
    P2 Código dos Contratos Públicos
    P2.1 A empreitada de obras públicas como contrato administrativo. Diferença para os contratos privados
    P2.2 Principais tipos de concurso; Erros e Omissões; Esclarecimentos, Avaliação de propostas
    P2.3 Fase execução do contrato. Relacionamento das partes, Direitos e Obrigações
    P2.4 Contencioso. Rescisão e resolução. Responsabilidades
    P2.5 Subempreitada
    P2.6 Alterações: trabalhos a mais e a menos
    P2.7 Defeitos da obra e prazo de garantia
    P2.8 Verificação da obra e Receções
    P2.9 Denúncia dos defeitos. Direitos do dono da obra. Caducidade.
    P2.10 Gestão de conflitos e contencioso dos contratos
    P3 Seguros
    P4 Alvarás
    P5 Compras públicas ecológicas e desenvolvimento sustentável

  • 4 ECTS

    Metodologias Digitais na Construção

    ECTS
    4
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Diogo Rodrigo Ribeiro
    Teórico-prática
    4 horas

    A unidade curricular visa desenvolver competências profissionais no domínio da transformação digital aplicada à engenharia civil. Pretende-se que os estudantes adquiram:
    - Compreensão dos processos e usos do BIM, com foco na interoperabilidade, no OpenBIM e na coordenação multidisciplinar.
    - Capacidade de integrar e gerir informação proveniente de diferentes especialidades de projeto e construção.
    - Conhecimento sobre políticas, normas e guias nacionais e internacionais para a adoção do BIM.
    - Conhecimento de ferramentas digitais para avaliação de sustentabilidade, incluindo análise de ciclo de vida e estratégias de descarbonização.
    - Competência para analisar e aplicar tecnologias de automação e robótica em processos construtivos.
    - Aptidão para explorar gémeos digitais, sensores e IoT na monitorização de ativos e apoio à decisão.
    - Competências na utilização de metodologias de análise de dados, inteligência artificial e Big Data em projetos de construção.
    O objetivo global é preparar os alunos para compreender, avaliar e aplicar metodologias digitais ao longo do ciclo de vida dos ativos construídos, promovendo uma abordagem crítica, integrada e colaborativa face aos desafios da Construção 4.0.

    1. Introdução ao BIM e tecnologias associadas
    1.1. Fundamentos da modelação paramétrica
    1.2. Plataformas e processos colaborativos
    2. Processos no âmbito do BIM
    2.1. Usos BIM
    2.2. Coordenação de projetos multidisciplinares
    2.3. OpenBIM ? especificação e validação de requisitos de informação
    3. Políticas no âmbito do BIM
    3.1. Adoção do BIM a nível nacional e internacional
    3.2. Políticas, normas e guias
    4. Digitalização para a sustentabilidade
    4.1. Análise de ciclo de vida
    4.2. Tecnologias e modelos digitais para descarbonização
    5. Automação e Robótica na Construção
    5.1. Inovações em automação e robótica, incluindo robótica colaborativa
    5.2. Fabrico aditivo
    5.3. Inteligência Artificial na automação de processos construtivos
    6. Gémeos Digitais e Análise de Dados
    6.1. Sensores e IoT
    6.2. Análises preditivas com recurso a Inteligência Artificial
    6.3. Big Data

  • 6 ECTS

    Planeamento da Construção

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    José Pinto-Faria
    Teórico-prática
    4 horas

    Esta unidade curricular apresenta os fundamentos teóricos e práticos da Gestão de Empreendimentos como disciplina autónoma, com especial enfoque na gestão do tempo e dos custos dos empreendimentos. São abordados os princípios de análise custo-benefício e as principais metodologias utilizadas no planeamento, na execução, na monitorização e no controlo de empreendimentos.
    O programa contempla o estudo e aplicação de técnicas clássicas de planeamento e programação, nomeadamente o Método do Caminho Crítico (CPM ? Critical Path Method), a Técnica de Avaliação e Revisão de Programas (PERT ? Program Evaluation and Review Technique) e os diagramas de Gantt, permitindo aos estudantes compreender e avaliar o desempenho temporal dos empreendimentos.
    Adicionalmente, a unidade curricular introduz técnicas avançadas de desenvolvimento e otimização de cronogramas, aplicáveis às fases de planeamento e construção de empreendimentos de engenharia civil. São estudados modelos de rede, métodos de afetação e nivelamento de recursos, bem como algoritmos de otimização, incluindo algoritmos evolucionários e abordagens de otimização multicritério aplicadas à tomada de decisão em projetos complexos.
    A componente prática da unidade curricular centra-se na elaboração, implementação e análise de cronogramas de construção recorrendo a software profissional de gestão de empreendimentos. Neste âmbito, os estudantes desenvolvem competências na utilização do Microsoft Project para o planeamento, acompanhamento e controlo de projetos de construção, aplicando os conceitos e metodologias abordados ao longo do semestre.

    1. Noções Gerais sobre Planeamento e Controlo de Projetos.
    Definição de projeto. Planeamento e Novas tecnologias. Controlo. Tipos de Recursos.
    2. Métodos de planeamento clássicos na construção.
    Método do Caminho Crítico (CPM); BIM4D. Program Evaluation and Review Technique (PERT). Perfis e Nivelamento de Recursos. Algoritmo de Nivelamento de Burgess.
    3. Planeamento de Projectos (Alocação de Recursos) com Recursos Limitados.
    Método Paralelo e Método Série. Metaheurísticas. Métodos de redução de tempo. Algoritmo de Siemens.
    4. Planeamento de Custos em Projetos. BIM5D.
    5. Planeamento de projetos com múltiplos modos de execução e recursos limitados.
    Algoritmos evolucionários. Optimização multiobjectivo.
    6. Planeamento repetitivo da construção. Linhas de equilíbrio.
    7. Planeamento de vias de comunicação: harmonogramas.
    8. Controlo de projetos: Método Earned Value Management.
    9. Planeamento de obras - Microsoft Project.
    10. Lean Construction.
    10. Gestão Ciclo Vida do Empreendimento.

  • 2 ECTS

    Trabalho Preparatório e Conceção

    ECTS
    2
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Rosário Oliveira
    Teórico-prática
    1 hora

    O1- O objetivo principal de TPC-DIPRE consiste na elaboração de uma proposta de trabalho a desenvolver em Dissertação, Projeto ou Estágio. Esta proposta de trabalho inclui uma pesquisa bibliográfica e um trabalho de síntese do tema a desenvolver, a identificação e a descrição geral das tarefas a executar assim como a sua calendarização. Pretende-se deste modo o desenvolvimento de competências de investigação aplicada e de inovação, o desenvolvimento de métodos de trabalho, o conhecimento do funcionamento das organizações, a estruturação e a apresentação de um trabalho técnico e/ou científico.
    O2- São objetivos específicos a definição do tema de Dissertação, Projeto ou Estágio, adequado à especialização do Mestrado em curso, a identificação da equipa de orientação/supervisão, a exploração inicial do tema e a elaboração de um cronograma de trabalhos a seguir no segundo semestre em Dissertação, Projeto ou Estágio.

    P1- Formação em áreas complementares e transversais do conhecimento.
    P2- Organização, disponibilização e participação em atividades de extensão.
    P3- Revisão bibliográfica de e sobre o tema a desenvolver em DIPRE.
    P4- Redação, apresentação e defesa de um plano de trabalhos a desenvolver em Dissertação, Projeto ou Estágio.

2º ano | 2º semestre

  • 30 ECTS

    Dissertação

    ECTS
    30
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Rosário Oliveira
    Orientação tutorial
    1 hora

    Esta UC pressupõe a elaboração de uma dissertação de natureza técnico-científica, sobre um tema ou tópico do domínio da área de especialização do curso, que inclua uma componente de carácter teórico ou experimental promovendo uma abordagem inovadora do tema ou tópico a desenvolver, que seja original e especialmente realizada para este fim.
    Esta UC promove a pesquisa de informação, a análise de situações novas, o desenvolvimento de metodologias e técnicas de abordagem de problemas, a recolha rigorosa de dados e o cruzamento e interpretação dos mesmos, a sistematização das conclusões e o estabelecimento de perspectivas futuras.

    O tema ou tópico da dissertação deve ser previamente aprovado pelo Diretor de Curso e a componente de trabalho autónomo implícita na elaboração da dissertação deve ser supervisionada sob orientação de um docente/investigador do ISEP, podendo existirem coorientadores, internos ou externos ao ISEP.
    A dissertação deverá ser um trabalho envolvendo uma forte componente experimental de campo ou de laboratório, ou uma componente de modelação/simulação em engenharia, que promova o desenvolvimento de capacidades de iniciativa, de decisão e de pensamento criativo e crítico.

  • 30 ECTS

    Estágio

    ECTS
    30
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Rosário Oliveira
    Orientação tutorial
    1 hora

    Esta UC pressupõe a realização de um estágio de natureza profissional, objeto de relatório final, que promova um enquadramento teórico-prático e metodológico sobre as atividades desenvolvidas, explicitando a articulação entre o processo de formação curricular e a aplicação dos conhecimentos adquiridos, que seja original e especialmente realizado para este fim.
    Com a realização de um estágio curricular pretende-se a aquisição de novos conhecimentos práticos, a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos no curso, o desenvolvimento de competências profissionais através do contacto com o ambiente empresarial e o desenvolvimento da capacidade de adaptação ao ambiente de trabalho. O estágio é realizado, predominantemente, nas empresas que fazem parte da Bolsa de Empresas do MEC.

    O tema do estágio deve ser previamente aprovado pelo Diretor de Curso e a componente de trabalho autónomo implícita na elaboração do estágio deve ser supervisionada sob orientação de um docente/investigador do ISEP, podendo existir coorientadores internos ou externos ao ISEP. Poderá ainda existir a figura de supervisor para os responsáveis técnicos de empresas ou instituições onde ocorre o estágio.
    O funcionamento do trabalho autónomo supervisionada, em estágio de natureza profissional, é suportado por um protocolo de colaboração entre a instituição de acolhimento e o ISEP.
    O estágio deverá ser um trabalho em ambiente empresarial, envolvendo uma forte componente experimental de campo que promova um enquadramento teórico-prático e metodológico sobre as atividades desenvolvidas e em articulação entre o processo de formação curricular. É importante que promova o desenvolvimento de capacidades de iniciativa, de decisão e de pensamento criativo e crítico.

  • 30 ECTS

    Projeto

    ECTS
    30
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Rosário Oliveira
    Orientação tutorial
    1 hora

    Esta unidade pressupõe a preparação de um trabalho de projeto de âmbito aplicado, que integra conhecimentos e competências adquiridos ao longo do percurso de formação, incluindo a apresentação de soluções ou recomendações sobre problemas práticos na área de especialização do curso, que é original e especialmente realizado para esse fim.
    A concretização de um projeto visa adquirir novos conhecimentos práticos, a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos no curso, o desenvolvimento de competências profissionais de design e desenvolvimento.

    O tema do projeto deve ser previamente aprovado pelo Diretor de Curso e a componente de trabalho autónomo implícita na elaboração de um projeto que deve ser supervisionada sob orientação de um docente/investigador do ISEP, podendo existir coorientadores internos ou externos ao ISEP.
    O projeto visa a integração e aplicação de conhecimentos, competências e atitudes adquiridas ao longo do curso e a aquisição de novos conhecimentos, para o desenvolvimento, em meio académico ou empresarial, de um projeto concreto e complexo de engenharia civil.

1º ano | 1º semestre

  • 6 ECTS

    Construção Sustentável

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Eunice Vilaverde Fontão
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    O1 Compreender a pertinência da construção sustentável face ao desenvolvimento mundial e o enquadramento das vertentes sociais, económicas e ambientais.
    O2 Conhecer os fundamentos gerais e específicos de cada uma das vertentes técnicas a considerar para a concretização de soluções construtivas consideradas mais sustentáveis.
    O3 Adquirir a competência para proceder à análise e à avaliação da sustentabilidade das construções.
    O4 Conhecer ferramentas disponíveis para implementar e gerir os pressupostos da sustentabilidade na construção.
    O5 Adquirir a competência necessária para escolher e implementar soluções construtivas mais ambientalmente sustentáveis e de baixo impacte.

    P0 Apresentação e enquadramento da UC (2 horas)
    P1 Sustentabilidade na construção (4 horas)
    P2 Utilização sustentável dos recursos naturais (8 horas)
    P3 Eficiência energética (4 horas)
    P4 Estratégias bioclimáticas (4 horas)
    P5 Tecnologias solares (4 horas)
    P6 Eficiência hídrica (8 horas)
    P7 Materiais e ciclo de vida (4 horas)
    P8 O ambiente construído (8 horas)
    P9 Ferramentas de cálculo (14 horas)

  • 6 ECTS

    Construções de Aço e Mistas

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Carlos Felix
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    Esta unidade curricular tem por objetivos principais conferir competências profissionais para o dimensionamento e para a execução de estruturas metálicas e mistas correntes e transmitir conhecimento científico que permita explorar e desenvolver outras soluções de aplicação mais específica.
    Em CAMIS é explorada a análise estrutural segundo o EC3, detalhado o dimensionamento de vigas submetidas à flexão simples e o dimensionamento de elementos submetidos à flexão composta e desviada. Procede-se à verificação da segurança das ligações soldadas e aparafusadas.
    Finalmente são apresentados os aspetos relevantes do projeto de vigas e de lajes mistas de aço e betão, de acordo com o EC4.
    Conferir competências profissionais na área do projeto e da execução de estruturas de aço e estruturas mistas aço-betão.

    Propriedades do aço
    Análise estrutural segundo o EC3: imperfeições geométricas; efeitos de 2ª ordem; análise elástica e análise plástica. Pórticos contraventados e não contraventados. Análise simplificada de efeitos de 2ª ordem.
    Secções transversais: classificação
    Dimensionamento de vigas submetidas à flexão simples
    Dimensionamento de pilares submetidos à flexão composta e desviada
    Ligações: Soldadas e aparafusadas. Verificação da segurança; dimensionamento.
    Comportamento das estruturas mistas aço-betão. Princípios de dimensionamento segundo o EC4.
    Dimensionamento de vigas mistas aço-betão.
    Dimensionamento de lajes mistas aço-betão.

  • 6 ECTS

    Fundações e Estruturas de Suporte

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    José Filinto Trigo
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    O aluno deverá estar apto a:
    - Reconhecer as regras, os princípios e as metodologias estabelecidos no EC7 relativamente às bases do cálculo geotécnico, às fundações e às estruturas de suporte de terras;
    - Reconhecer as regras, os princípios e as metodologias estabelecidos no EC2 relativos a fundações;
    - Desenvolver o projecto de uma fundação e de uma estrutura de suporte de terras.
    O aluno deverá estar apto a:
    - Seleccionar o tipo e as características da fundação ou da estrutura de suporte a adoptar, face à interpretação dos resultados da prospecção geotécnica e às características da construção;
    - Conceber a fundação ou a estrutura de suporte;
    - Desenvolver o dimensionamento geotécnico e estrutural de fundações superficiais;
    - Desenvolver o pré-dimensionamento geotécnico de fundações por estacas à compressão;
    - Desenvolver o dimensionamento geotécnico e estrutural de muros de suporte de terras de betão armado;
    - Caracterizar as diferentes tecnologias construtivas de fundações profundas e identificar as situações em que cada tecnologia deverá ser implementada;
    - Caracterizar as diferentes tecnologias construtivas de estruturas flexíveis de suporte de terras e identificar as situações em que cada tecnologia deverá ser implementada;
    - Desenvolver o dimensionamento de entivações escoradas.

    O Eurocódigo 7:
    Âmbito, constituição e enquadramento nacional.
    A verificação da segurança e da funcionalidade.
    Categorias geotécnicas.
    Fundações superficiais: tipos, concepção, dimensionamentos geotécnico e estrutural.
    Fundações profundas:
    Estacas e maciços de encabeçamento: tipos, concepção, tecnologias construtivas, aspectos gerais do dimensionamento geotécnico de estacas em compressão, ensaios e observação.
    Microestacas: tipos, concepção e tecnologias construtivas
    Muros de suporte gravidade:
    Muros de betão: tipos, concepção, sistemas de drenagem, dimensionamentos geotécnico e estrutural.
    Muros de gabiões: tecnologia construtiva, aspectos de dimensionamento.
    Estruturas de suporte flexíveis:
    Tipos, concepção, aspectos de dimensionamento.
    Entivações: aplicações, tecnologias construtivas, dimensionamento.
    Cortinas tipo Berlim, paredes moldadas, cortinas de estacas: aplicações e tecnologias construtivas.
    Escoras, ancoragens e pregagens: aspectos construtivos, ensaios e observação.

  • 6 ECTS

    Hidráulica Urbana

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Tiago André Abreu
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    O aluno deverá estar apto a desenvolver o dimensionamento de infraestruturas de Hidráulica Urbana, concretamente os sistemas de abastecimento de água e de drenagem de águas residuais e pluviais.
    A disciplina visa proporcionar ao aluno o conhecimento dos principais elementos dos diferentes sistemas públicos, englobando o abastecimento doméstico de água e a drenagem de águas residuais e pluviais. Para cada elemento desses sistemas são apresentados os respetivos princípios básicos de funcionamento e de concepção e dimensionamento. São ainda brevemente abordados alguns procedimentos básicos relativos à construção e implementação dos mesmos.

    1. Sistemas de abastecimento de água
    1.1 Conceitos gerais. Principais componentes
    1.2 Estações elevatórias
    1.3 Choque hidráulico
    1.4 Reservatórios
    2. Sistemas de drenagem de águas residuais
    2.1 Conceitos gerais. Principais componentes
    2.2 Estações elevatórias
    2.3 Órgãos especiais
    3. Sistemas de drenagem de águas pluviais
    3.1 Conceitos gerais. Principais componentes
    3.2 Órgãos especiais
    3.2. Soluções técnicas não correntes
    4. Conceitos básicos de qualidade da água, de tratamento de água para
    abastecimento público e de tratamento de águas residuais.

  • 6 ECTS

    Matemática Aplicada

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    João Emilio Matos
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    3 horas

    Os alunos aprofundam competências nos principais temas da Matemática Aplicada à Engenharia Civil e consolidam competências de utilização e de desenvolvimento de ferramentas de cálculo numérico para a resolução destes problemas. A modelação e formulação de problemas e a sua resolução com Matlab/Octave constituem o núcleo da disciplina.
    No final do semestre os alunos terão adquirido capacidades para:
    1 - Reconhecer e resolver os problemas clássicos da Programação Linear e da Análise Numérica;
    2 - Construir modelos matemáticos, algébricos, diferenciais, estatísticos ou de programação linear relacionados com a especialidade do curso;
    3 - Identificar os métodos numéricos necessários à resolução dos problemas formulados;
    4 - Desenvolver rotinas de cálculo para a implementação destes métodos;
    5 - Analisar criticamente e descrever as soluções numéricas encontradas.

    1. Programação Linear
    1.1. Formulação de Problemas
    1.2. O Método Simplex
    1.3. Análise de Pós-optimização
    1.4. Programação Binária e Programação Inteira
    2. Métodos Numéricos
    2.1. Resolução Numérica de Equações Algébricas
    2.2. Sistemas de Equações não lineares
    2.3. Optimização não linear
    2.4. Regressão dos Mínimos Quadrados

1º ano | 2º semestre

  • 6 ECTS

    Conservação e Reabilitação de Edifícios

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Duarte Lopes
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    - Abordagem à evolução dos conceitos fundamentais da conservação e reabilitação, com particular enfoque nos edifícios urbanos e habitações rurais;
    - Análise de aspectos metodológicos de inspeção, de diagnóstico e de projecto de reabilitação, com propostas de tipificação das principais e mais correntes anomalias estruturais e construtivas, verificáveis e o seu enquadramento técnico, legal e financeiro:
    - Apresentação e discussão de propostas de intervenção corretiva em edifícios e elaboração de respectivos projetos de engenharia civil | nas especialidades envolvidas.

    1.Introdução
    i.Noções preliminares fundamentais em Conservação e Reabilitação.
    ii.O edifício de tipo construtivo antigo em Portugal e descrição detalhada dos seus constituintes - Materiais.
    iii.O edifício em fase de utilização. Vida útil. Nível de qualidade ao longo do tempo. Fatores de degradação.
    iv.Exigências funcionais e de qualidade adequadas ao uso.
    2.Comportamento do edifício em serviço
    i.Vida útil (edifício | materiais)
    ii.Fatores e causas de degradação
    iii.Processos de intervenção
    3.Conservação de um edifício
    i.Definição dos conceitos envolvidos na conservação
    i.Estratégias de conservação
    iii.Tecnologias de conservação
    4.Reabilitação dos edifícios
    i.Inspeções prévias
    ii.O diagnóstico das anomalias. Identificação das anomalias patológicas. Sua causa-efeito.
    iii.O projeto de reabilitação
    iv.Classificação e critérios de intervenção
    v.Processos de intervenção
    vi.Metodologia de reabilitação
    vii.Tecnologias de reabilitação
    5.Legislação em vigor | aplicável

  • 6 ECTS

    Dimensionamento e Tecnologias em Obras Geotécnicas

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Patrícia Lopes
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    A mecânica dos solos estuda e procura prever o comportamento de maciços terrosos quando sujeitos a solicitações provocadas, por exemplo, por obras de engenharia. Todas as obras de engenharia civil se apoiam sobre o solo, e muitas delas utilizam o próprio solo como elemento de construção. Por conseguinte, a estabilidade e o comportamento funcional das obras serão determinados, em grande parte, pelas características dos solos.
    Nesta UC aplicam-se os conhecimentos adquiridos anteriormente e dão-se a conhecer métodos de reforço/melhoramento de solos, não abordados nas disciplinas base. Pretende-se dotar os estudantes de capacidade de análise e dimensionamento de problemas geotécnicos, e familiarizá-los com as técnicas e equipamentos mais correntes na execução de obras geotécnicas. Em suma, é objetivo dotar os estudantes de formação específica orientada para a aplicação da mecânica dos solos do ponto de vista do projeto e das diferentes técnicas e abordagens na resolução de problemas de engenharia geotécnica.

    1-Introdução. Apresentação. Objetivos. Revisão de conceitos
    2-Compactação
    3-Ensaios. Interpretação de resultados
    4-Geotecnia rodoviária-sistemas de classificação de solos
    5-Geossintéticos
    6-Aceleração da consolidação
    7-Solos expansíveis e Solos colapsíveis
    8-Análise ao potencial de Liquefação
    9-Métodos de reforço/melhoramento de solos
    10-Terra armada
    11-Estabilidade de taludes e encostas
    12-Monitorização e acompanhamento de obras geotécnicas

  • 6 ECTS

    Estruturas Pré-esforçadas

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Rodrigo Falcão Moreira
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    A unidade curricular tem como propósito introduzir os estudantes aos princípios fundamentais do betão pré-esforçado, proporcionando uma compreensão clara do seu comportamento estrutural e dos critérios regulamentares de dimensionamento. Pretende-se desenvolver competências na análise e verificação de secções e vigas pré-esforçadas, considerando os estados limite de serviço, as perdas de pré-esforço e a segurança das zonas de ancoragem. A disciplina não se orienta para o projeto de obras de arte, mas para a aplicação do betão pré-esforçado em estruturas correntes, promovendo uma base sólida para o exercício profissional ou para estudos avançados na área.

    Introdução à técnica do pré-esforço. Materiais para estruturas pré-esforçadas. Análise e dimensionamento de secções pré-esforçadas. Dimensionamento de vigas isostáticas de betão pré-esforçado. Perdas de tensão na armadura de pré-esforço. Verificação da segurança das zonas de ancoragem. Dimensionamento de vigas hiperestáticas de betão pré-esforçado, de acordo com a norma NP EN 1992-1-1.

  • 6 ECTS

    Gestão de Empreendimentos

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    José Pinto-Faria
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    Apresentação dos princípios, conceitos e métodos fundamentais da gestão de um empreendimento de construção, nas várias fases do ciclo de vida, baseado no enquadramento estabelecido pelo PMBOK® Guide.
    Para cada uma das áreas de gestão serão abordados aspectos relacionados com a identificação e caracterização do problema, planeamento, implementação, monitorização e controlo, acompanhado nas aulas com casos de estudo.
    Será privilegiado um diálogo inter-relacional docente/aluno.
    Com particular enfoque na gestão de empreendimentos da construção, fornecer diretrizes para a gestão de Projetos, definir a gestão de Projetos e conceitos relacionados e descrever o ciclo de vida dos Projetos e os processos relacionados.
    Destaque para a interação dos grupos de processos de gestão do Projeto (iniciação, planeamento, execução, monitorização e controlo, e encerramento) com as áreas de conhecimento, com destaque para as da integração, âmbito, tempo, custo, risco, procura e as que estão especialmente orientadas para os empreendimentos de construção (segurança, ambiente, financeira e das reivindicações).

    1. Introdução:
    Conceitos de Empreendimento, Gestão de Empreendimentos e relações com outras áreas de conhecimento.
    2. O Ciclo de Vida e a Organização de um Empreendimento:
    O ciclo de vida, as partes interessadas e as influências organizacionais.
    3. Processos da gestão de Empreendimentos.
    4. Gestão da Coordenação/Integração do Empreendimento
    5. Gestão do Âmbito do Empreendimento
    6. Gestão do Tempo do Empreendimento
    7. Gestão dos Custos do Empreendimento
    8. Gestão da Qualidade do Empreendimento
    9. Gestão dos Recursos Humanos do Empreendimento
    10. Gestão da Comunicação do Empreendimento
    11. Gestão do Risco do Empreendimento
    11.1 A metodologia FMEA / FMECA
    12. Gestão da Procura do Empreendimento
    13. Gestão da Segurança
    14. Gestão do Impacto Ambiental
    15. Gestão de Finanças
    16. Gestão de Reivindicações.

  • 6 ECTS

    Infraestruturas de Transportes

    ECTS
    6
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Ângelo Jacob
    Teórica
    2 horas
    Teórico-prática
    2 horas

    Nesta unidade curricular, pretende-se transmitir conhecimentos relativos à planificação dos trabalhos de construção e aos equipamentos / tecnologias a utilizar nas Infraestruturas.
    Desenvolver um programa abrangente que permita ao aluno aplicar os conhecimentos na resolução de problemas em situações novas num contexto alargado e multidisciplinar.
    Enquadrar as atividades relativas ao projeto das vias de comunicação, nas suas diversas componentes, em particular nas infraestruturas de transportes: Rodovia, Ferrovia, Portos Marítimos e Aeródromos.
    Acentuar a importância do caminho-de-ferro como meio de transporte terreste em massa mais eficiente e ecológico.
    Transmitir uma formação técnico-científica sólida que permita o exercício competente num setor chave da sociedade, onde se investem importantes recursos na melhoria das acessibilidades e da mobilidade das pessoas.
    Enquadra-se também no programa uma visita de estudo.

    1 - Fases de intervenção na implementação das Infraestruturas de Transportes (5%).
    2 - Apresentação dos vários tipos de Infraestruturas de Transportes, implementação e construção (5%).
    3 - Terraplenos, solos e pavimentos rodoviários. Caraterização segundo o CETO, objetivos e definições (20%).
    4 - Drenagem em Infraestruturas de Transportes. Dimensionamento de órgãos de drenagem em projeto de estradas e vias férreas (30%).
    5 - Fundamentos de Engenharia Ferroviária. Conceitos fundamentais de via-férrea e material circulante. A Infraestrutura e Superestrutura ferroviária: esforços e dimensionamento. Aparelhos de mudança de via. Eficiência do transporte ferroviário. Ferrovia de alta velocidade e levitação magnética (30%).
    6 - Infraestruturas Aeroportuárias e portuárias. Definição geométrica de pistas de aeródromos e demais partes de um aeroporto. Definições e disposição das partes de um porto marítimo (10%).

2º ano | 1º semestre

  • 6 ECTS

    Gestão de Tráfego e Sinalização

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Ângelo Jacob
    Teórico-prática
    4 horas

    Pretende-se com a unidade curricular de Gestão de Tráfego e Sinalização que os alunos adquiram competências para intervir na concepção e exploração de redes de infraestruturas de transporte, na resolução de problemas multidisciplinares de engenharia de tráfego no que respeita: redes rodoviárias e pedonais urbanas, parques de estacionamento, segurança e medidas de acalmia de tráfego, ciclovias, atravessamentos rodoviários, interfaces.
    Analisa-se a gestão coordenada da oferta dos serviços de mobilidade, transporte individual e público para optimizar o serviço ao utente e rentabilizar as capacidades instaladas.
    Sensibiliza-se para a proteção aos sectores urbanos sensíveis do tráfego motorizado; para a partilha coerente e equilibrada do espaço público entre os diferentes modos de deslocação; para a sustentabilidade ambiental; Assegurar a qualidade de vida das populações.
    Pretende-se ainda sensibilizar para a implementação de medidas que contribuam para a segurança rodoviária e consciência ambiental.

    1 Gestão de Tráfego
    2 Gestão de Tráfego Urbano
    2.1 As grandes problemáticas que afetam as áreas urbanas
    2.2 O estabelecimento da rede rodoviária em zona urbana
    3 Rede viária em zonas urbanas
    3.1 Hierarquização da rede viária
    4 Acalmia de Tráfego aplicada ao atravessamento de localidades
    4.1 Medidas individuais de acalmia de tráfego
    4.2 Aspetos geométricos e dimensionais
    5 Gestão de Estacionamentos
    5.1 Procura; paragens e localização
    6 Redes de infraestruturas e de serviços de transportes
    6.1 As vantagens e dificuldades da intermodalidade e interfaces
    6.2 Características técnicas e funcionais dos vários modos: Privado e Público
    7 Intersecções rodoviárias em zona urbana
    7.1 Intersecções com as redes de utentes vulneráveis
    8 Implementação e gestão de procedimentos conducentes a assegurar a
    segurança rodoviária em zona urbana
    9 Capacidade e Níveis de Serviço
    9.1 Capacidade e Níveis de Serviço em estradas rurais
    9.2 Capacidade e Níveis de serviço em autoestradas
    10 Sinalização Rodoviária

  • 4 ECTS

    Metodologias Digitais na Construção

    ECTS
    4
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Diogo Rodrigo Ribeiro
    Teórico-prática
    4 horas

    A unidade curricular visa desenvolver competências profissionais no domínio da transformação digital aplicada à engenharia civil. Pretende-se que os estudantes adquiram:
    - Compreensão dos processos e usos do BIM, com foco na interoperabilidade, no OpenBIM e na coordenação multidisciplinar.
    - Capacidade de integrar e gerir informação proveniente de diferentes especialidades de projeto e construção.
    - Conhecimento sobre políticas, normas e guias nacionais e internacionais para a adoção do BIM.
    - Conhecimento de ferramentas digitais para avaliação de sustentabilidade, incluindo análise de ciclo de vida e estratégias de descarbonização.
    - Competência para analisar e aplicar tecnologias de automação e robótica em processos construtivos.
    - Aptidão para explorar gémeos digitais, sensores e IoT na monitorização de ativos e apoio à decisão.
    - Competências na utilização de metodologias de análise de dados, inteligência artificial e Big Data em projetos de construção.
    O objetivo global é preparar os alunos para compreender, avaliar e aplicar metodologias digitais ao longo do ciclo de vida dos ativos construídos, promovendo uma abordagem crítica, integrada e colaborativa face aos desafios da Construção 4.0.

    1. Introdução ao BIM e tecnologias associadas
    1.1. Fundamentos da modelação paramétrica
    1.2. Plataformas e processos colaborativos
    2. Processos no âmbito do BIM
    2.1. Usos BIM
    2.2. Coordenação de projetos multidisciplinares
    2.3. OpenBIM ? especificação e validação de requisitos de informação
    3. Políticas no âmbito do BIM
    3.1. Adoção do BIM a nível nacional e internacional
    3.2. Políticas, normas e guias
    4. Digitalização para a sustentabilidade
    4.1. Análise de ciclo de vida
    4.2. Tecnologias e modelos digitais para descarbonização
    5. Automação e Robótica na Construção
    5.1. Inovações em automação e robótica, incluindo robótica colaborativa
    5.2. Fabrico aditivo
    5.3. Inteligência Artificial na automação de processos construtivos
    6. Gémeos Digitais e Análise de Dados
    6.1. Sensores e IoT
    6.2. Análises preditivas com recurso a Inteligência Artificial
    6.3. Big Data

  • 6 ECTS

    Pavimentos Rodoviários e Aeroportuários

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Ângelo Jacob
    Teórico-prática
    4 horas

    Pretende-se que os alunos identifiquem e descrevam os materiais que
    constituem as camadas dos vários tipos de pavimentos, suas
    características / funções e constituição. Ministrar um conhecimento mais
    aprofundado dos diferentes tipos de pavimentos: flexíveis, rígidos e
    semi-rígidos. Dar formação que permita dimensionar um pavimento, sujeito às acções e solicitações. Identificar as
    principais patologias dos pavimentos rodoviários.
    Caracterizar e identificar os ensaios a realizar no controlo de qualidade, no
    fabrico e na aplicação. Esta unidade curricular permite que os alunos tenham
    um conhecimento geral sobre uma área em expansão dos pavimentos.

    1 Princípios fundamentais de pavimentos (15%)
    definição de tipologias de pavimentos
    características das solicitações em pavimentos
    patologias de pavimentos
    avaliação económica de pavimentos
    2 Caracterização das solicitações em pavimentos (15%)
    caracterização das solicitações em diferentes tipos de pavimentos
    comportamento das misturas betuminosas
    3 Caracterização dos materiais (15%)
    materiais naturais e reciclados
    ligantes
    betões betuminosos e hidráulicos
    revestimentos superficiais
    4 Tecnologia da construção (15%)
    camadas de sub-base, base, ligação ou regularização e desgaste
    pavimentos flexíveis, semi-rígidos e rígidos
    5 Controlo de qualidade (10%)
    ensaios a realizar em laboratório e "in situ"
    6 Dimensionamento de pavimentos (15%)
    métodos de dimensionamento de pavimentos
    7 Pavimentos aeroportuários e portuários (10%)
    tipos de pavimentos
    métodos de análise e estudo
    8 Conservação de pavimentos (5%)
    políticas e estratégias de conservação

  • 6 ECTS

    Referenciais Terrestres e Cartografia

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    António Pestana
    Teórico-prática
    4 horas

    Nesta disciplina serão apresentados, e praticados, os elementos de Geodesia e de Cartografia que permitem abordar - com confiança, competência e em qualquer parte do Mundo - aspectos fundamentais do posicionamento de alta precisão sobre a superfície terrestre.
    Os alunos elaborarão alguns programas de cálculo automático imprescindíveis à resolução destes problemas. Será também exercitada a utilização destas ferramentas de cálculo, utilizando exemplos de aplicação relativos a Portugal, Brasil, Angola e Moçambique.
    Componente essencial do programa desta disciplina é o capítulo dedicado à navegação com recurso a sistemas globais de satélites (GNSS), particularmente focado nas aplicações ao posicionamento estático de elevada precisão.
    Os objectivos a atingir pelo aluno são:
    - Conhecimento e compreensão dos conceitos relativos aos Referenciais Geodésicos (referenciais clássicos e referenciais geo-espaciais)
    - Familiarização com os diferentes tipos de coordenadas geodésicas
    - Capacidade para executar os vários tipos de operações sobre coordenadas geodésicas
    - Conhecimento e compreensão dos principais tipos de projecções cartográficas elipsoidais
    - Compreensão do conceito de Sistema de Projecção Cartográfico
    - Familiarização com as expressões matemáticas de algumas das mais utilizadas projecções elipsoidais
    - Familiarização com os sistemas de projecção cartográficos em uso em Portugal, Brasil, Angola e Moçambique
    - Capacidade para resolver problemas de transformação de coordenadas cartográficas
    - Familiarização com os princípios fundamentais das técnicas de posicionamento que recorrem ao Sistemas Globais de Navegação por Satélite (GNSS), bem como com os pontos fortes e pontos fracos destas técnicas.

    I - Elementos de Geodesia
    I.1 A superfície esférica, a superfície elipsoidal e o Geóide
    I.2 As coordenadas usadas em Geodesia
    I.3 Os referenciais em Geodesia
    I.4 Data geodésicos de Portugal, Moçambique, Angola e Brasil
    I.5 Rede de Nivelamento e Rede Geodésica
    I.6 Operações sobre coordenadas geodésicas
    II - Elementos de Cartografia
    II.1 Classificação das Projecções Cartográficas
    II.2 A Cartografia Topográfica
    II.3 Sistemas de Projecção Cartográficos
    II.4 Projecções elipsoidais mais utilizadas
    II.5 Alguns sistemas de projecção utilizados em Portugal, Brasil, Angola e Moçambique
    II.6 Transformação de coordenadas cartográficas
    III - Fundamentos do Posicionamento GNSS
    III.1 Navegação e posicionamento
    III.2 Os GNSS
    III.3 Princípios genéricos do Posicionamento GNSS
    III.4 Os sinais emitidos pelos satélites
    III.5 As pseudodistâncias
    III.6 Causas de erro no posicionamento GNSS
    III.7 Cálculo das posições
    III.8 Os parâmetros DOP
    III.9 O posicionamento SPP
    III.10 Posicionamento de alta precisão

  • 2 ECTS

    Trabalho Preparatório e Conceção

    ECTS
    2
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Rosário Oliveira
    Teórico-prática
    1 hora

    O1- O objetivo principal de TPC-DIPRE consiste na elaboração de uma proposta de trabalho a desenvolver em Dissertação, Projeto ou Estágio. Esta proposta de trabalho inclui uma pesquisa bibliográfica e um trabalho de síntese do tema a desenvolver, a identificação e a descrição geral das tarefas a executar assim como a sua calendarização. Pretende-se deste modo o desenvolvimento de competências de investigação aplicada e de inovação, o desenvolvimento de métodos de trabalho, o conhecimento do funcionamento das organizações, a estruturação e a apresentação de um trabalho técnico e/ou científico.
    O2- São objetivos específicos a definição do tema de Dissertação, Projeto ou Estágio, adequado à especialização do Mestrado em curso, a identificação da equipa de orientação/supervisão, a exploração inicial do tema e a elaboração de um cronograma de trabalhos a seguir no segundo semestre em Dissertação, Projeto ou Estágio.

    P1- Formação em áreas complementares e transversais do conhecimento.
    P2- Organização, disponibilização e participação em atividades de extensão.
    P3- Revisão bibliográfica de e sobre o tema a desenvolver em DIPRE.
    P4- Redação, apresentação e defesa de um plano de trabalhos a desenvolver em Dissertação, Projeto ou Estágio.

  • 6 ECTS

    Trabalhos Fluviais e Marítimos

    ECTS
    6
    Período
    1º semestre
    Responsável
    Tiago André Abreu
    Teórico-prática
    4 horas

    Preparar os alunos para se integrarem no desempenho das tarefas de projeto, fiscalização, avaliação de impacte ambiental, coordenação e controlo da execução de obras fluviais e marítimas mais correntes.
    - Visão global e integrada da gestão sustentável dos recursos hídricos;
    - Noções de Hidrologia;
    - Iniciação à conceção e execução de aproveitamentos hidráulicos;
    - Iniciação à conceção e execução de projetos de reabilitação fluvial;
    - Derivação provisória do curso de água;
    - Noções de conceção de estruturas costeiras e portuárias tendo por base conhecimentos dos fenómenos de interação/agitação com fronteiras sólidas e estruturas;
    - Iniciação à conceção, execução e observação de diversas estruturas marítimas e portuárias e ao planeamento de instalações portuárias e de sistemas de defesa costeira.

    Parte 1 - Trabalhos fluviais
    1.1 Enquadramento dos recursos hídricos.
    1.2 Noções de Hidrologia.
    1.3 Dimensionamento e exploração de aproveitamentos hidráulicos.
    1.4 Estudo dos Descarregadores de Cheias. Derivação provisória.
    1.5 Reabilitação fluvial.
    Parte 2 - Trabalhos marítimos
    2.1 Agitação Marítima. Marés, ventos e correntes.
    2.2 Geração e propagação de ondas. Teorias de onda. Propagação e deformação das ondas nas zonas costeiras.
    2.3 Ações da agitação marítima sobre estruturas.
    2.4 Obras de defesa costeira: Conceção, funcionamento hidráulico e estrutural, dimensionamento, aspetos construtivos.

2º ano | 2º semestre

  • 30 ECTS

    Dissertação

    ECTS
    30
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Rosário Oliveira
    Orientação tutorial
    1 hora

    Esta UC pressupõe a elaboração de uma dissertação de natureza técnico-científica, sobre um tema ou tópico do domínio da área de especialização do curso, que inclua uma componente de carácter teórico ou experimental promovendo uma abordagem inovadora do tema ou tópico a desenvolver, que seja original e especialmente realizada para este fim.
    Esta UC promove a pesquisa de informação, a análise de situações novas, o desenvolvimento de metodologias e técnicas de abordagem de problemas, a recolha rigorosa de dados e o cruzamento e interpretação dos mesmos, a sistematização das conclusões e o estabelecimento de perspectivas futuras.

    O tema ou tópico da dissertação deve ser previamente aprovado pelo Diretor de Curso e a componente de trabalho autónomo implícita na elaboração da dissertação deve ser supervisionada sob orientação de um docente/investigador do ISEP, podendo existirem coorientadores, internos ou externos ao ISEP.
    A dissertação deverá ser um trabalho envolvendo uma forte componente experimental de campo ou de laboratório, ou uma componente de modelação/simulação em engenharia, que promova o desenvolvimento de capacidades de iniciativa, de decisão e de pensamento criativo e crítico.

  • 30 ECTS

    Estágio

    ECTS
    30
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Rosário Oliveira
    Orientação tutorial
    1 hora

    Esta UC pressupõe a realização de um estágio de natureza profissional, objeto de relatório final, que promova um enquadramento teórico-prático e metodológico sobre as atividades desenvolvidas, explicitando a articulação entre o processo de formação curricular e a aplicação dos conhecimentos adquiridos, que seja original e especialmente realizado para este fim.
    Com a realização de um estágio curricular pretende-se a aquisição de novos conhecimentos práticos, a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos no curso, o desenvolvimento de competências profissionais através do contacto com o ambiente empresarial e o desenvolvimento da capacidade de adaptação ao ambiente de trabalho. O estágio é realizado, predominantemente, nas empresas que fazem parte da Bolsa de Empresas do MEC.

    O tema do estágio deve ser previamente aprovado pelo Diretor de Curso e a componente de trabalho autónomo implícita na elaboração do estágio deve ser supervisionada sob orientação de um docente/investigador do ISEP, podendo existir coorientadores internos ou externos ao ISEP. Poderá ainda existir a figura de supervisor para os responsáveis técnicos de empresas ou instituições onde ocorre o estágio.
    O funcionamento do trabalho autónomo supervisionada, em estágio de natureza profissional, é suportado por um protocolo de colaboração entre a instituição de acolhimento e o ISEP.
    O estágio deverá ser um trabalho em ambiente empresarial, envolvendo uma forte componente experimental de campo que promova um enquadramento teórico-prático e metodológico sobre as atividades desenvolvidas e em articulação entre o processo de formação curricular. É importante que promova o desenvolvimento de capacidades de iniciativa, de decisão e de pensamento criativo e crítico.

  • 30 ECTS

    Projeto

    ECTS
    30
    Período
    2º semestre
    Responsável
    Rosário Oliveira
    Orientação tutorial
    1 hora

    Esta unidade pressupõe a preparação de um trabalho de projeto de âmbito aplicado, que integra conhecimentos e competências adquiridos ao longo do percurso de formação, incluindo a apresentação de soluções ou recomendações sobre problemas práticos na área de especialização do curso, que é original e especialmente realizado para esse fim.
    A concretização de um projeto visa adquirir novos conhecimentos práticos, a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos no curso, o desenvolvimento de competências profissionais de design e desenvolvimento.

    O tema do projeto deve ser previamente aprovado pelo Diretor de Curso e a componente de trabalho autónomo implícita na elaboração de um projeto que deve ser supervisionada sob orientação de um docente/investigador do ISEP, podendo existir coorientadores internos ou externos ao ISEP.
    O projeto visa a integração e aplicação de conhecimentos, competências e atitudes adquiridas ao longo do curso e a aquisição de novos conhecimentos, para o desenvolvimento, em meio académico ou empresarial, de um projeto concreto e complexo de engenharia civil.

 

*O horário diurno está condicionado a um número mínimo de inscrições.  

Registo Legal

Nº Processo A3ES

ACEF/2324/1001891
Data inicial: 2024-07-31
Data final: 2030-07-31

Registo DGES

R/A-CR 89/2011/AL03

Empresas:

Mota-Engil; Águas do Douro e Paiva; Garcia-Garcia; Telhabel Construções; Construções Vila Maior; Ascendi; ASL; Civitec; CACAO Civil Engineering; Omega; Ccad - Serviços de Engenharia; Core-Concept; Enescoord - Coordenação e Gestão de Projectos e Obras; Euromodal; NCREP - Consultoria em Reabilitação do Edificado e Património; GEG; Newton - Consultores de Engenharia; Senqual - Sociedade de Engenharia e Qualidade; PortoEstadio - Gestão E Exploração De Equipamentos Desportivos, entre outras.  

 

Grupos de investigação:

CONSTRUCT - Instituto de I&D em Estruturas e Construções; CIIMAR/CIMAR - Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental; LIAAD INESC TEC – Laboratório de Inteligência Artificial e Apoio à Decisão; INESC/IPP; LEMA - Laboratório em Engenharia Matemática; CESAM - Centro de Estudos do Ambiente e do Mar; CIETI - Centro de Inovação em Engenharia e Tecnologia Indústria; Núcleo de Biomateriais e Nanotecnologia (NBIN) e GILT - Games Interaction and Learning Technologies.

 

Parcerias com Instituições de Ensino:

LESE-CONSTRUCT; LABEST-CONSTRUCT; Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM-UA); Universidade de Las Palmas de Gran Canaria (ESP); Universidade de Creta (GR); Universitat de Barcelona (ESP); Universidade Federal de Ouro Preto (BR); Universidade Federal de Juíz de Fora (BR); Katholieke Hogeschool Sint-Lieven (BEL); Hochschule Anhalt (ALE); University of Architecture, Civil Engineering and Geodesy Sofia (BUL); Universitat de Girona (ESP); Universitat Politècnica de València (ESP); FEUP-UP; Universidade do Minho; Universidade de Coimbra; IP Viana do Castelo; IP Coimbra; IP Viseu; Universidade Politécnica de Madrid (ESP) e KTH Royal Institute of Technology Stockholm (SWE).

 

Protocolos de dupla titulação:

Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM, S. Paulo, Brasil) e Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR, Brasil).

Em que áreas podes trabalhar? 

  • Empresas nacionais e internacionais de construção civil e obras públicas; 

  • Gabinetes de estudos e projetos; 

  • Câmaras municipais, serviços municipalizados e gabinetes de apoio às autarquias; 

  • Empresas de consultadoria, fiscalização, gestão e manutenção de empreendimentos; 

  • Indústria de materiais de construção; 

  • Indústria de prefabricação; 

  • Instituições de ensino e/ou investigação. 

  • “Durante a enriquecedora experiência académica que vivi no ISEP, licenciei-me em Engenharia Civil e especializei-me, através do mestrado, no ramo de Estruturas. Para além da vertente social onde encontrei um ambiente rico em entreajuda e companheirismo, considero que a formação que adquiri neste Instituto possui uma forte componente prática, que, juntando ao leque de ferramentas e conhecimentos teóricos transmitidos, me capacitou para responder de forma autónoma e proativa aos desafios iniciais do mercado de trabalho.”

    Nuno Monteiro

Posso candidatar-me?

Podes candidatar-te ao mestrado se fores:

  • Titular do grau de licenciado ou equivalente legal.

  • Finalista de licenciatura, mas de forma condicional, devendo apresentar prova de conclusão até ao último dia do prazo de matrícula da fase a que se candidatou, sob pena de exclusão.

  • Titular de grau académico superior estrangeiro conferido após um 1º ciclo de estudos organizado segundo os princípios de Bolonha, por um Estado aderente.

  • Titular de grau académico superior estrangeiro reconhecido pelo Conselho Técnico-Científico (CTC) do ISEP como equivalente a licenciado.

Se precisares de reconhecimento pelo Conselho Técnico-Científico (CTC) do ISEP, deves solicitá-lo antecipadamente. Pede informação por email à Divisão Académica ou à direção do mestrado (contacto na página do curso, barra lateral direita).

É também possível pedir o reconhecimento do grau académico através da DGES: https://www.dges.gov.pt/pt/pagina/reconhecimento.

 

Quando posso candidatar-me?

1.ª Fase – De 03 de junho a 06 de julho de 2026

Vagas incluídas no Edital do Concurso (PT) | Vacancies are listed in the Public Notice (EN)

Adenda I | Addendum I

2.ª Fase – De 1 a 31 de agosto de 2026

Mapa de vagas | Vacancy List

3.ª Fase – 28 de setembro a 7 de outubro de 2026

Mapa de vagas | Vacancy List

 

As segunda e terceira fases abrem mediante a disponibilidade de vagas resultantes das fases anteriores.

Depois de ultrapassado o prazo de uma fase, as datas e os documentos públicos partilhados nesta página passam a servir apenas como referência informativa para eventuais candidaturas futuras.

 

Como posso candidatar-me?

  • Seleciona abaixo o botão “CANDIDATURAS” – botão ativo apenas durante os períodos de candidatura.

  • Se não tens chave de acesso, clica em "OBTER CHAVE DE ACESSO"; se tens chave de acesso, clica em “ENTRAR”.

  • Se tiveres dúvidas no preenchimento do formulário online, podes esclarecê-las, por email, à Divisão Académica ou à direção do mestrado (contactos nesta página, barra lateral direita).


Os candidatos que não tenham chave de acesso devem clicar em "obter chave de acesso".

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